Cantora, compositora e musicista da Tijuca canta o amor em primeiro álbum

Regiane Jesus
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RIO — É possível alguém cantar antes de falar? A cantora e compositora Antonia Medeiros jura que este foi o seu caso. Formada em Canto pela UniRio, a moradora da Tijuca nunca pensou em exercer outra profissão. O lançamento do seu primeiro álbum, “Motriz”, é o sopro de alegria que a musicista, amante do violão e professora de ukulele (instrumento havaiano) tem em meio à dor que sente em solidariedade às vítimas da Covid-19.

— Estamos vivendo um momento triste. A arte, no entanto, cumpre o papel de entreter, apesar de tudo. Motriz, que significa a força que faz mover, traduz bem o quero alcançar com as minhas músicas. O meu objetivo é que o ouvinte se emocione, se arrepie, reflita; enfim, faça movimentos impulsionados pela força do amor. Neste álbum autoral, o tema principal é este sentimento universal. Abordo não só o amor romântico, mas também o amor fraternal e pela vida — diz a artista, que produziu o trabalho de forma independente.

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