Capitalismo na pele: funcionários tatuam meta de crescimento da empresa

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Tatuagem de meta no braço (Foto: Reprodução)
Tatuagem de meta no braço (Foto: Reprodução)

Um caso curioso – e um pouco assustador – ganhou os holofotes nas redes sociais nos últimos dias: o do grupo de vendedores que tatuou na pele o número 300, representando a meta de expansão de uma franquia de loja de produtos estéticos.

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O caso viralizou depois de os funcionários postarem as fotos de suas tatuagens nas redes sociais, mas a empresa inicialmente recebeu críticas, de pessoas que não tinham entendido que aquilo não havia sido feito sob direcionamento da chefia, e sim pelos próprios funcionários ansiosos por levar o conceito de “vestir a camisa” a um novo patamar.

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Em entrevista ao portal UOL, o CEO da Mais Top Estética, de Cruzeiro (SP), garante que tentou dissuadir os funcionários da ideia, mas foi voto vencido. Inclusive, pediu para eles assinarem um termo de responsabilidade isentando a empresa.

“Quando percebemos que o pessoal realmente ia fazer, convocamos uma reunião. Tentamos causar a desistência. Falei que, se eu demitisse alguém, como isso ficaria? Mas aí o pessoal insistiu em fazer, e eu pedi para assinarem um documento de autorresponsabilidade, deixando claro que a gente não estava incentivando aquilo”, disse o CEO Caio Rodrigues.

Junto à foto do braço tatuado postada no Instagram, um dos funcionários publicou a mensagem:

“E agora muita gente do time Mais Top marcou na pele o amor pela marca. Vocês são foda!

Ainda me matam!!!”

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