Cápsula com solo e gases da Lua será aberta após 50 anos

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Former astronaut Gene Cernan, the last man to walk on the moon, stands next to a wall of photographs he made on the Apollo 17 mission, at the Museum of Natural History in New York, May 7, 2004. Cernan, who flew on Gemini 9 and Apollo 10 and 17 missions where he was the second American to walk in space, and the last person to step on the lunar surface, now promotes space exploration to the moon, Mars and beyond. REUTERS/Chip East  CME
Gene Cernan, astronauta que trouxe a cápsula para a Terra

(REUTERS/Chip East)

  • Cápsula com material lunar será aberta pela Agência Espacial Europeia

  • Conteúdo ficou guardado ao longo de 50 anos

  • Cientistas analisarão solo e gases da Lua

Depois de 50 anos selada a vácuo, uma cápsula com amostras de solo e gases da Lua finalmente será aberta pelos cientistas da Agência Espacial Europeia (AEE). O cilindro, de 70 centímetros, foi guardado em uma câmara na Terra depois que o astronauta Gene Cernan o trouxe da missão Apollo 17.

Na época, os cientistas sabiam que, no futuro, novas tecnologias seriam capazes de identificar com maior precisão o que havia nas amostras. Dito e feito: o “abridor de latas da Apollo” foi criado, por meio do trabalho de diferentes pesquisadores, com a capacidade de abrir o container sem que os gases escapem.

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“Algumas das características do recipiente da amostra eram simplesmente desconhecidas. Em suma, construir a ferramenta foi um desafio, mas também um projeto extremamente inspirador e gratificante de se trabalhar”, comentou Timon Schild, um dos responsáveis pelo projeto.

Esta é a primeira vez que a agência europeia participa das análises do material trazido pela Apollo 17. Depois que a cápsula for aberta, o conteúdo será distribuído para laboratórios ao redor do mundo. A esperança dos cientistas é encontrar substâncias como hidrogênio, hélio e outros gases leves.

“É um privilégio poder trabalhar com as preciosas amostras da antiga Lua, que testemunharam a história de nosso Sistema Solar, e fazer parte de um programa que pode ajudar a revelar seus segredos”, disse Francesca McDonald, cientista da AEE e líder do projeto de contribuição da AEE para a pesquisa.

As informações são do TecMundo.

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