Caranguejo-ferradura, um aliado da ciência

Todos os anos, em maio e junho, centenas de milhares de caranguejos-ferradura, vêm até à costa, na baía de Delaware, no leste dos Estados Unidos da América, e noutros locais ao largo do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo para desovar na maré alta.

Esta espécie, representante do mais antigo grupo animal que ainda vive na Terra, surgiu há mais de 400 milhões de anos e é vital para a ciência.

Este animal, considerado um fóssil-vivo, sobreviveu a várias extinções em massa e contém propriedades antibacterianas no seu sangue azul, fundamentais para a segurança das vacinas humanas, incluindo as vacinas da Covid-19. Para além disso, o sangue dos caranguejos-ferradura é utilizado para verificar se determinados medicamentos e objetos médicos não estão contaminados com bactérias nocivas.

Estes animais apresentam um elevado risco de extinção devido à perda de habitat e à exploração por parte da indústria farmacêutica. Os animais são capturados para extração sanguínea e são depois devolvidos à natureza, mas muitos acabam por não sobreviver.

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