Carlos Bolsonaro articula interrupção da cassação de Gabriel Monteiro, diz coluna

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Carlos Bolsonaro, son of Brazil's President Jair Bolsonaro, walks after the 7th day mass in honour of President Bolsonaro's mother in Brasilia, Brazil, January 27, 2022. REUTERS/Adriano Machado
Carlos Bolsonaro, estariam articulando com outros vereadores bolsonaristas para Gabriel Monteiro não ser cassado. Foto: REUTERS/Adriano Machado.

O vereador Carlos Bolsonaro está no grupo de vereadores do Rio de Janeiro contra a cassação do mandato de Gabriel Monteiro, acusado de abuso sexual, estupro e assédio sexual. As informações são da coluna de Guilherme Amado.

Segundo informações da coluna, Carlos se juntou com outros vereadores para tentar impedir a cassação, eles alegam que não existem provas suficientes para cassar Gabriel Monteiro.

Alguns vereadores teriam dito à coluna que as intenções de Carlos não seria somente para defender Monteiro, mas para não deixar o caso atingir a base política do partido do pai, o presidente Jair Bolsonaro (PL).

O vereador não fez declarações desde que o caso veio foi divulgado nacionalmente e também não participou das reuniões no Palácio Pedro Ernesto (Câmara do Rio de Janeiro) sobre o caso de Gabriel, mas vem articulando com colegas uma forma de interromper a cassação.

A coluna de Guilherme Amado também afirmou que quem está à frente da linha de defesa do vereador da Câmara do Rio diz que Gabriel Monteiro não será cassado, apenas advertido e afastado. O vereador foi notificado nesta segunda-feira (25) sobre o seu processo pelo Conselho de Ética da Câmara.

Justiça permite que Monteiro fiscalize hospitais

A justiça por meio do desembargador federal Marcelo Pereira da Silva, concedeu liminar ao vereador em processo de cassação Gabriel Monteiro, para retomar a fiscalizações em hospitais e unidades de saúde sem a necessidade de informar sobre a visita. O desembargador também decidiu que ele está proibido de fazer filmagens e divulgar em suas redes a imagem e voz de terceiros.

"É pública e notória a prática contemporânea deletéria de espetacularização da política, por vezes associada à manipulação de imagens e à desinformação, com vistas à promoção de canais e ao engajamento em mídias sociais. Também é público e notório que as abordagens empreendidas pelo Agravante (Gabriel Monteiro) ostentam nítidas feições de intimidação, truculência e agressividade, em verdadeira desconformidade com a liturgia da função pública por ele exercida", escreveu Pereira em sua decisão.

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