Carlos Bolsonaro vota contra projeto que proíbe motoristas a recusarem passageiros por preconceito

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Carlos Bolsonaro foi o único vereador a votar contra projeto (Foto: Caio César/Câmara Municipal do Rio de Janeiro)
Carlos Bolsonaro foi o único vereador a votar contra projeto (Foto: Caio César/Câmara Municipal do Rio de Janeiro)
  • Carlos Bolsonaro votou contra projeto que prevê punição para motoristas de aplicativo que rejeitarem passageiros por preconceito

  • Vereador foi o único da Câmara do Rio de Janeiro a votar contra

  • Projeto de lei foi aprovado e propõe multa de até R$ 50 mil reais para empresas e até R$ 1 mil para motoristas

Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi o único vereador da Câmara do Rio de Janeiro a votar contra um projeto de lei que proíbe motoristas de aplicativos de recusarem passageiros por preconceito.

A votação aconteceu na última quarta-feira (17). Foram 26 votos a favor e, assim, a proposta foi aprovada. O autor do PL foi o vereador Átila Nunes (DEM) e prevê que motoristas que recusarem passageiros por preconceito racial, religioso ou orientação sexual sejam multados.

Para os motoristas, a multa pode chegar a R$ 1 mil, enquanto para as empresas, o valor pode atingir até R$ 50 mil. Além disso, a lei também prevê que as empresas criem cartilhas para prevenir e impedir comportamentos preconceituosos dos motoristas. Às vítimas, deve ser oferecido apoio psicológico em casos de discriminação.

Comentário homofóbico de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro fez um comentário homofóbico durante cerimônia no Bahrein nesta quarta-feira (17). O secretário especial da Cultura, Mário Frias, participava de uma solenidade. A família Bolsonaro, que estava gravando o momento, relembrou o passado de Frias como ator da Globo.

"Da Malhação, quem diria", disse o senador Flávio Bolsonaro. A primeira dama, Michelle Bolsonaro relembrou ainda que Frias já foi assunto de matérias da Capricho, revista para adolescentes.

Em seguida, o presidente Jair Bolsonaro, sentado ao lado de uma autoridade, afirmou: "Mas é hetero(ssexual), hein?", e gargalhou. Questionado por Frias sobre o que teria dito, Bolsonaro alegou que "elogiou" o secretário, dando a entender que ser heterossexual seria um elogio.

"Te elogiei aqui, fica tranquilo, te elogiei", disse o presidente, rindo da situação. O registro do momento foi publicado pelo próprio secretário Mario Frias nas redes sociais.

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