Carol Cabrino detalha quarentena de toda a família do jogador Marquinhos em sua casa em Paris

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Carol Cabrino, Marquinho e familiares em Paris: quarentena em conjunto

Ao contrário de alguns jogadores, como Neymar, que decidiram retornar para seus países de origem a fim de passarem a quarentena perto de suas famílias, o jogador Marquinhos, também do PSG, decidiu ficar em Paris, onde mora. Com a pausa no campeonato europeu, o zagueiro decidiu concentrar todos os parentes que vivem na França em sua própria casa.

Carol Cabrino, mulher do jogador, explicou os motivos em seu perfil no Instagram, após seguidores questionarem a quarentena com muitas pessoas em casa.

“Deixa eu explicar uma coisa. Quando o Macron (Presidente da França) falou para ficarmos em casa, para nos exercitarmos ao ar livre em espaços vazios, em uma pessoa da casa ir ao mercado, estávamos todos juntos. E quando falo todos juntos é muita gente. A família do Marquinho mora toda aqui em Paris. Tem a mãe dele que mora na casa dela, mas mora aqui, o irmão dele numa outra casa, a irmã também em outra, fora um amigo dele que estava aqui, que era nossa visita, e um casal de amigos meus. Quando tudo isso começou a gente sentou pra ver o que fazer. Ainda havia a possibilidade de a gente ir para o Brasil, acho que ainda hoje pode. O trabalho do Marquinhos não tem previsão de quando voltar, então a gente já poderia ter ido para o Brasil. Mas a gente optou por ficar aqui por uma série de questões”, explica.

A influenciadora, que teve Enrico há quatro meses e também é mãe de Duda, contou que ela, Marquinhos, as crianças, um sobrinho, a sogra, os cunhados e o pai do jogador estão ocupando o mesmo ambiente, já que estavam todos juntos quando começou a pandemia do coronavírus.

“Primeiro nós somos em bastante número, então é muita responsabilidade ir para o Brasil, e mesmo que eu fique lá em quarentena, eu vou passar por um monte de lugares, vou passar pelo aeroporto, aí chega no avião, chega no Brasil ainda pega estrada para a praia porque nossa casa fica na praia. Então é um longo caminho, e ainda tem miha família.

E se a gente tá com vírus aqui e passa para alguém e a responsabilidade que a gente vai ter com isso? Para nós seria muito melhor estar no Brasil, com calor e sol, mas tenho duas crianças pequenas em casa. Que não entendem botar máscara, é difícil. Temos uma boa estrutura aqui, uma casa grande, então nos reunimos e falamos pra todo mundo se trancar aqui dentro. Já que estamos no mesmo barco”, justifica ela, que com o marido estipulou algumas regras para enfrentar a quarentena e evitar o contágio: “Cada um arruma seu próprio quarto, sem funcionário é muita coisa para fazer, eu to com as duas crianças que me ocupam o dia inteiro, uma das regras é ninguém sai. Já é o quarto dia, e vamos permanecer até quando for preciso. Quem vai ao mercado usa máscaras, luvas, quando chega tira a roupa lava as mãos e usa álcool. Cada um trouxe o que tinha. Trouxeram as águas, as coisas que já tinham nas casas, eu nem precisei ir ao mercado. Estamos tomando o maior cuidado, aqui a coisa está muito grave. Não quero botar pânico em ninguém, mas temos que pensar no que é melhor. Para nós, foi trancar toda a família junta na minha casa, minha casa é grande. Seja o que Deus quiser”.