Carol Castro sobre época de rebeldia: “Eu podia ter enveredado por um caminho muito ruim”

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A artista abriu o jogo sobre sua tatuagem, um tribal na barriga, que teria feito há muito tempo em um ato de rebeldia
A artista abriu o jogo sobre sua tatuagem, um tribal na barriga, que teria feito há muito tempo em um ato de rebeldia

Durante um bate-papo com Thaís Fersoza no Youtube, Carol Castro fez revelações surpreendentes. Entre elas, que a atriz poderia ter se enveredado por um caminho muito ruim, como ela mesma relata. Carol contou sobre esse detalhe da sua vida, após ser questionada sobre uma tatuagem, um tribal na barriga, que teria feito há muito tempo.

“Digo que comecei a fazer tatuagem cedo e parei cedo, porque depois dessa não fiz mais nenhuma”, revelou a atriz que morou durante a infância em Natal, mas após os pais se separem, ficou entre idas e vindas da cidade em que morava com a mãe até o Rio de Janeiro onde residia seu pai. “Eu fiquei ao todo seis anos. Na primeira vez, eu que pedi para ir morar com ele. Tinha toda uma questão de pensão alimentícia, de problema de grana, eu via que estava difícil para minha mãe me manter lá em Natal”.

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Carol lembrou das escadas de 75 degraus que ela tinha que subir para chegar em casa em Santa Teresa. “Era assim do lado da comunidade, tinha um funk louco todo final de semana e uma movimentação na rua que hoje eu acho que era uma boca de fumo. Uma outra realidade. E eu acompanhava meu pai no grupo de teatro dele, que começava meia-noite, sexta e sábado, e domingo, às 22h”.

Depois de um período morando com o pai, a atriz decidiu morar com sua mãe, mas desta vez em Bauru. “Só que eu era um E.T. em Bauru. Lá, cidade do interior, se dividia entre os skatistas e os peões, galera de rodeio, que escuta outro tipo de som. Acabei indo para a galera do skate, que era meio a minha tribo. E aí tinha um grupo de meninas cuja chefe era a Carol Metanol, toda tatuada. Era uma gangue que queria me bater. Sabiam onde eu morava, faziam ligações, me fecharam uma vez na rua... Sofri um bullying muito louco”.

“E aí, num ato de rebeldia, eu já estava com 14 anos, eu queria fazer um dragão, que ia das costas até a virilha. Mas eu não tinha dinheiro. Eu já vinha para o Rio trabalhar alguns finais de semana, aí juntei o dinheiro e fiz a minha tatuagem. Foi mais ou menos isso. Tem um porquê, sabe? Não foi do nada. É a primeira vez que estou abrindo esse assunto tão profundamente. Eu podia ter enveredado por um caminho muito ruim. Mesmo. Entrado para o mundo das drogas. Tinha amigos e conhecidos que cheiravam cola. Eu só quis fazer uma tatuagem. Foi a minha forma de expressar um grito de rebeldia”.

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