Cartão de Natal de secretários de Saúde contra Queiroga tinha versão original mais dura

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Marcelo Queiroga
    Médico brasileiro, Ministro da Saúde do Brasil
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 29.07.2021 - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista coletiva em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 29.07.2021 - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista coletiva em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O cartão de Natal a crianças elaborado pelo Conass, o conselho de secretários estaduais de Saúde, chegou a ter uma versão mais dura contra Marcelo Queiroga. Eles decidiram diminuir o tom por ser um texto, em tese, destinado para menores.

Em resumo, o documento original falava em pessoas que publicam mentiras, criam barreiras e atrapalham o Sistema Único de Saúde. Para gestores, o ministro não tem condições de permanecer no cargo e só quer holofotes.

A versão final do cartão chama a autorização da vacina de presente de Natal para as crianças e lembra que 400 mil pessoas viraram "estrelinha" só neste ano por causa do coronavírus.

O texto foi feito para avisar que os estados não vão cumprir a recomendação do Ministério da Saúde, de pedir prescrição médica para aplicar o imunizante.

Entre secretários, a leitura é que Queiroga há muito tempo abandonou qualquer compromisso com a ciência e atua apenas para agradar à base bolsonarista.

O presidente do conselho, Carlos Lula, chegou a dizer em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em outubro, que o ministro tinha perdido as condições de gerir o ministério.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos