Carta encontrada com Lázaro em Goiás serve de pista para polícia investigar morte de família no DF

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RIO — A carta encontrada com Lázaro Barbosa no dia de sua morte em Goiás, após uma megaoperação que durou 20 dias, é vista como uma pista pela Polícia Civil que pode trazer mais informações sobre a chacina cometida por ele no Distrito Federal em 9 de junho, conforme noticiou o "Fantástico", da TV Globo, neste domingo, dia 4. Com Lázaro, também havia R$ 4 mil em dinheiro, cuja procedência ainda é desconhecida. No bilhete redigido à mão, que estava em um bolso dele, consta o relato de um crime no qual uma vítima reagiu, o que levou os investigadores a avaliarem a possibilidade de se referir à morte da família Vidal em Ceilândia.

"O cara tava armado e, antes de eu conseguir enquadrar a vítima, ainda conseguiu avisar uma pessoa, que quando eu vi já foi só os tiros (sic)", diz trecho da carta.

De acordo com a delegada Rafaela Azzi, o fazendeiro Elmi Caetano Evangelista, de 73 anos, preso sob a suspeita de ter ajudado o criminoso a fugir, pode ter sido o mandante.

"Considerando que havia um laço anterior, que Lázaro já era conhecido pelo proprietário (Elmi) e na entrevista (depoimento à polícia) o proprietário fala que aquela família devia um dinheiro a ele, nós não descartamos a hipótese de que ele tenha, realmente, usado Lázaro para cobrar a dívida e, não recebendo, matar aquelas pessoas", afirmou Azzi ao "Fantástico".

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