Casa mais cara do mundo de R$ 3,6 bilhões será vendida por ‘mixaria’

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Piscina em mansão
Mansão conta com 21 quartos, 4 piscinas e cinema IMAX
(Getty Creative)
  • Casa mais cara do mundo será vendida por preço bem abaixo de seus R$ 3,6 bilhões

  • Motivo está relacionado ao acúmulo de dívidas milionárias 

  • Mansão conta com suíte do dobro do tamanho de uma casa e inúmeras opções de entretenimento

A casa mais cara do mundo será vendida por um preço bem abaixo do seus R$ 3,6 bilhões inicialmente pedidos. A propriedade The One, localizada em Los Angeles (EUA), conta com uma dívida de mais de R$ 893 milhões, segundo apurado pela CNBC, responsável pela desvalorização do terreno.

O preço exato não foi divulgado, mas um bom desconto será dado ao futuro bilionário que adquirir a mansão com mais de 9 mil m². Ainda assim, se a venda for realizada pela metade do preço esperado por Nile Niami, antigo proprietário, a The One continuará sendo a casa mais cara já vendida nos Estados Unidos.

Atualmente, a honra deste título pertence ao magnata Ken Griffin, que comprou uma cobertura em Manhattan por R$ 1,2 bilhão.

Por dentro da The One

O tamanho da mansão faz com que ela pareça mais um mega-hotel do que uma casa. São 21 quartos espalhados pela propriedade, quatro piscinas, uma pista de boliche, salão de beleza e cinema IMAX com 45 lugares.

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Construída em uma colina, a The One oferece vista de 360 graus para o sul da Califórnia e ainda conta com garagem capaz de abrigar 30 carros. Nem é preciso falar que há espaço de sobra para inúmeras bicicletas.

A suíte máster da casa também é de fazer cair o queixo. São nada menos que 510 m² ocupados, o que equivale ao dobro do tamanho de uma casa norte-americana. Nada mal, não é mesmo? Em seu Instagram, Niami postou um vídeo com um 'tour' pelos cômodos da casa, veja:

Venda gera expectativas

Ted Lanes, que está dando os retoques finais na casa, disse: “O que eu adoraria ver acontecer é que a casa seja concluída, o certificado de ocupação seja concedido e tenhamos uma venda ordenada que maximize o valor”.

Entretanto, o especialista em propriedades, Jonathan Miller, disse em entrevista à Bloomberg que as características exclusivas da The One podem prejudicar seu desempenho no mercado. “O problema é que, quanto mais comodidades você adiciona, mais personaliza a propriedade. Embora a intenção seja chamar a atenção para o imóvel, você também está personalizando”.

A situação de desvalorização enfrentada pela The One não é nova dentro do segmento. Tempos atrás, em Bel-Air, uma casa avaliada em R$ 1,3 bilhão chegou a ser vendida por R$ 509 milhões, menos da metade de seu preço.

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