Casão chama Crespo de covarde e define vitória do Palmeiras: “Massacre”

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Casagrande diz que se decepcionou com Crespo e classificou vitória do Palmeiras como massacre. Foto: reprodução/TV Globo
Casagrande diz que se decepcionou com Crespo e classificou vitória do Palmeiras como massacre. Foto: reprodução/TV Globo

Ao analisar a vitória de 3 a 0 do Palmeiras sobre o rival São Paulo pela Copa Libertadores, Casagrande usou uma palavra para definir a partida: “massacre”. Foi assim que o comentarista expôs sua opinião durante o “Seleção SporTV” desta quarta-feira, 18.

0 ex-jogador não gostou da escalação utilizada pelo técnico Tricolor, Hernán Crespo. Para ele, o argentino foi covarde ao deixar nomes importantes no banco, como o meia Benítez e o lateral esquerdo Reinaldo.

"Massacre. Para mim foi um massacre. A covardia do Crespo me surpreendeu negativamente. Não entendi que tipo de estratégia que ele usou. Não colocar o Reinaldo e o Benítez em nenhum momento da partida? Ele deveria explicar direito. Falar que o Benítez não estava bem. Então não leva para o banco. E deixar o Reinaldo o tempo todo ali, jogar com três volantes que não criam nada, não apoiam e dois caras na frente que só recebiam bolas esticadas. Fiquei decepcionado com o Crespo ontem. Com todo o respeito ao Defensa y Justicia, o São Paulo não é o Defensa y Justicia. O São Paulo tem que encarar de frente os adversários onde for”, opinou.

Casão não poupou também o atacante Pablo das críticas, que perdeu uma grande chance de empatar o jogo em 1 a 1. “Precisava de um gol ontem. Ele jogou por uma bola e essa bola caiu no pé do Pablo, que não é um jogador decisivo, mostrou mais uma vez que não é. Porque ele poderia perder o gol, mas não errar a trave, não errar o gol. Ali, ou o Weverton defende, ou a bola bate na trave, mas isolar a bola do jogo, era o empate de 1 a 1 e o jogo mudava. Ele perdeu aquele gol e acabou o jogo, o Palmeiras dominou completamente", analisou.

Do outro lado, Casagrande aproveitou para elogiar o técnico Abel Ferreira, que optou por um time mais leve, mesmo tendo a vantagem do empate sem gols jogando em casa. "O Palmeiras fez uma grande partida, mas o Abel foi corajoso. Ele tinha o 0 a 0, mas não jogou por isso. Ele foi para frente, um meio-campo leve, criativo, com jogadores que decidem a partida”, concluiu.

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