Caso Henry: juíza pede reforço na segurança para primeira audiência

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Henry foi assassinado em março pelo padrasto - Foto: Reprodução
Henry foi assassinado em março pelo padrasto - Foto: Reprodução
  • Juíza pediu reforço na segurança do plenário e no controle do acesso à plateia

  • Ela considera que o julgamento é um fato rumoroso e que ganhou notoriedade na mídia

  • A audiência está marcada para o dia 6 de outubro, às 9h30, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

A juíza responsável pelo julgamento do caso Henry pediu que seja reforçada a segurança do plenário onde será realizada a primeira audiência de instrução e julgamento referente ao assassinato do garoto. As informações são do jornal Extra.

Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri, requisitou, ainda, o reforço da segurança no controle o acesso à plateia. Isso porque considera que o julgamento é um “fato rumoroso, que ganhou notoriedade na mídia nacional".

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O despacho da juíza foi publicado na última quarta-feira, confirmando a data da audiência para 6 de outubro, às 9h30, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Neste mesmo documento, Elizabeth Louro descartou a tese de defesa do advogado do Dr. Jairinho, Braz Sant’Anna, alegando que o celular apreendido de seu cliente havia sido indevidamente manuseado e teria sofrido "provável violação de dados”.

Tanto Monique quanto Jairinho estão presos (Foto: Reprodução)
Tanto Monique quanto Jairinho estão presos (Foto: Reprodução)

A juíza refutou o argumento do advogado, que apontou o fato de o número de celular de Jairinho ter saído de alguns grupos de WhatsApp após a apreensão do objeto. Segundo ela, "o fato de ter o réu se retirado dos grupos a que pertencia não configura qualquer anormalidade".

Relembre o caso Henry

Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março. Após a investigação, a polícia concluiu que o óbito aconteceu por agressões cometidas pelo padrasto da criança, o então vereador Dr. Jairinho, e que Monique sabia dos abusos e os omitiu.

Jairinho e Monique foram presos um mês após a morte de Henry. O homem ainda foi denunciado outras três vezes ao Ministério Público, sendo duas por torturar filhos de ex-namoradas e outra por violência doméstica. Ele perdeu o mandato na Câmara do Rio de Janeiro por quebra de decoro parlamentar.

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