Caso Henry: Perícia vai fazer teste de DNA em manchas encontradas nas paredes da sala

Chico Otávio
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A perícia feita no apartamento onde morava o menino Henry Borel, de 4 anos, constatou em amostras coletadas da parede da sala manchas que sugerem sangue. Os fragmentos de papel parede foram encaminhados para o Instituto de Perícias e Pesquisa em Genética Forense (IPPGF) para eventual exame de DNA. Técnicos, que tiveram acesso ao material coletado, consideram razoável a hipótese de se tratar de manchas de sangue. As seis amostras — cinco suspeitas e uma já descartada — fazem parte de um lote recolhido na sala e no quarto do menino.

Ligação ao governador:

Na tarde desta quinta-feira, dia 1, uma reprodução simulada é realizada no apartamento onde a mãe do menino, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, e Dr. Jairinho (Solidariedade) moravam com Henry. A mãe e o padrasto do menino irão apresentar aos peritos do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e aos policiais da 16ª DP (Barra da Tijuca) a versão deles sobre o que aconteceu no último dia 8 de março, quando, às 3h30, a criança deu entrada morta no Hospital Barra D’Or. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da área Zona Sul e Barra da Tijuca, também participa da reprodução e acompanha as investigações.

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