Caso Henry: Testemunhas não localizadas poderão ser novamente chamadas para prestar depoimento

·1 minuto de leitura

RIO — A fase preliminar do julgamento da morte do menino Henry Borel começa esta semana com a primeira audiência de instrução do caso, que acontece na próxima quarta-feira. Entretanto, cinco importantes testemunhas de acusação não foram localizadas pela Justiça. O depoimento delas é considerado essencial pelo Ministério Público estadual e, caso não compareçam, todas serão novamente intimadas para prestar depoimento em outra sessão.

Em alguns dos casos, apesar da testemunha não ter sido pessoalmente intimada, o oficial de Justiça deixou recados com familiares ou amigos, por isso o promotor do caso, Fábio Vieira, acredita que elas possam comparecer. Outras sete testemunhas de acusação foram encontradas e convocadas para a audiência da próxima quarta, entre elas o pai de Henry, Leniel Borel, e investigadores do caso.

As cinco testemunhas não localizadas são as médicas do hospital onde o menino chegou já morto Maria Cristina Souza Azevedo e Viviane dos Santos Rosa, o executivo do hospital Pablo dos Santos Meneses, a ex-babá de Henry Thayná Oliveira e a ex-mulher de Jairinho, Ana Carolina Ferreira Neto, que reafirma o histórico de violência do ex-vereador.

O ex-vereador Jairinho e Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, são acusados de homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas. Em entrevista ao RJTV2, da TV GLOBO, Leniel Borel, pai de Henry, disse estar preocupado que as testemunhas estejam sendo coagidas pelos acusados. O menino Henry Borel, de 4 anos, morreu no último dia 8 de março. Os laudos apontaram 23 lesões por ação violenta no seu corpo.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos