Caso Henry: vídeo traz últimas imagens do menino em parque de diversões com o pai horas antes de morrer

Paolla Serra
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RIO - Onze horas antes de dar entrada na emergência do Hospital Barra D’Or com múltiplas lesões no corpo, Henry Borel Medeiros, de 4 anos e 10 meses, demonstrava espontaneamente suas características mais marcantes. Alegre, brincalhão e carinhoso, o menino dança, ri e abraça a barriga do pai, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, enquanto os dois são filmados pela câmera de segurança na saída de um parque de diversões na Barra da Tijuca.

O local era um dos preferidos da criança, que não teve tempo de completar o primeiro mês de aulas em uma escola católica do bairro. Nem de ser matriculado no curso de teatro escolhido pela mãe, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva. Tampouco de fazer amizades no condomínio para o qual os dois se mudaram com o namorado de Monique, o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), no fim do ano.

Alternando momentos de euforia e choros, muitas vezes seguidos de vômitos, Henry chegou a frequentar uma psicóloga por cinco sessões, desde o início de fevereiro. A ideia, para a mãe, era que a profissional acompanhasse o menino nessa “experiência nova” da família — depois de oito anos juntos, a professora e o engenheiro se separaram em julho. Ela também queria orientação sobre como fazê-lo dormir sozinho em seu quarto.

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