Caso Kathlen: MP do Rio vai investigar 'eventual crime militar' por parte dos PMs da UPP do Lins

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RIO — O Ministério Público do Rio (MPRJ) instaurou um procedimento investigatório criminal (PIC) para apurar as circunstâncias do homicídio da designer de interiores Kathlen de Oliveira Romeu, de 24 anos. A jovem, grávida de quatro meses, morreu na última terça-feira, no Complexo do Lins, quando foi à favela visitar a avó. A investigação ficará a cargo da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio. No entanto, como policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Lins trocaram tiros com traficantes no momento em que a vítima foi baleada, a promotoria criminal que atua junto à Auditoria Militar também irá apurar o caso.

A promotoria criminal que atua na Justiça Militar vai investigar se houve um "eventual crime militar relacionado ao caso". Para isso, o promotor já pediu à Corregedoria da Polícia Militar do Rio que instaure um inquérito policial militar (IPM) para apurar a conduta dos policiais militares na ação que resultou na morte de Kathlen. Quatro policiais militares da UPP do Lins prestam depoimento nesta quinta-feira, na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), na condição de testemunhas. A PM informou que não havia operação no morro quando a jovem foi morta.

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