Caso Kathlen: o que falta esclacer sobre morte de jovem grávida no Complexo do Lins

·1 minuto de leitura

As circunstâncias da morte da designer de interiores Kathlen Romeu, de 24 anos, ocorrida na última terça-feira, no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio, ainda estão cercadas de mistério. Enquanto a Polícia Militar sustenta uma versão para o que aconteceu para resultar na morte da jovem, que estava grávida de quatro meses, parentes dela fazem questionamentos e afirmam não acreditar numa troca de tiros entre os agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade e criminosos que atuam na região.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) já ouviu PMs que afiram terem participado de um confronto e recolheu armas que estavam com eles. Veja o que ainda falta saber sobre a morte de Kathlen:

A designer foi nascida e criada no Complexo do Lins. Há cerca de um mês, ela e os pais deixaram a comunidade por causa da violência. Os três foram morar numa casa no Engenho Novo, vizinho à favela. Na terça-feira, Kathlen voltou ao Lins para visitar a avó e almoçar com uma tia. Ela estava com Sayonara no momento em que foi atingida. Um laudo do Instituto Médico-Legal (IML) confirmou que foi um tiro no fuzil que matou a jovem e o filho que ela esperava.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos