Caso Marielle: Carlos Bolsonaro diz que não estava em casa no dia

Redação Notícias
Carlos alegou que não estava em casa no dia em que os suspeitos se reuniram. (Foto: Reprodução)
Carlos alegou que não estava em casa no dia em que os suspeitos se reuniram. (Foto: Reprodução)

O vereador Carlos Bolsonaro alegou que não estava em casa na tarde de 14 de março de 2018, data da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.

Nesse mesmo dia, horas antes das execuções, um dos suspeitos do crime alegou na portaria do condomínio Vivendas da Barra que iria para a casa de Jair Bolsonaro, mas acabou se dirigindo para a casa do comparsa, também suspeito do crime.

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Em seu Twitter, Carlos postou trechos do Diário Oficial da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, que registrou sua presença em plenário. O vereador filho do presidente também afirmou que pessoas tentavam ligá-lo ao fato, mas não detalhou quem.

Em depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro, o funcionário do condomínio afirmou que os dois suspeitos de matar Marielle e Anderson se reuniram na casa de um deles - no mesmo condomínio em que a família Bolsonaro possui uma casa - horas antes do crime. O suspeito que não mora no local alegou na portaria que iria para a casa do presidente Jair Bolsonaro, mas foi, no entanto, para a residência do comparsa.

Após reportagem da TV Globo dizendo que Jair Bolsonaro foi citado nas investigações da morte da Marielle Franco, o presidente foi ao facebook para rebater. O presidente fez duras críticas à Globo, dizendo que o canal de televisão “inferniza” sua vida e ameaçou cassar a concessão da emissora em 2022.

Na manhã desta quarta-feira, o presidente afirmou que pedirá ao ministro da Justiça, Sergio Moro, para que o porteiro seja ouvido pela Polícia Federal.