Caso Queiroz não deve impedir Flávio Bolsonaro de assumir presidência do 'Aliança pelo Brasil'

Jussara Soares

BRASÍLIA - O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) pode ganhar o comando do novo partido político que está sendo criado pelo pai, o presidente Jair Bolsonaro. Ele é a segunda opção para assumir a presidência do "Aliança do Brasil", caso o presidente Bolsonaro, que é a expectativa da maioria dos apoiadores, decida não ocupar a liderança formal da sigla que está sendo gestada para aglutinar apoiadores do bolsonarismo.

Análise: Bolsonaro aposta que fenômeno eleitoral de 2018 que o elegeu se repetiráInvestigado no caso envolvendo a atuação de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, Flávio se tornou o nome da família viável para o cargo. Isso porque o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), considerado entre os filhos uma liderança política mais ativa entre os apoiadores, não pode se desfiliar da legenda sob o risco de perder o mandato do Legislativo.

Interlocutores que acompanham a criação da nova legenda afirmam que o fato de Flávio ser investigado por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sob acusação da prática de "rachadinha"em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), não é visto como um impeditivo.

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