Caso Ronaldinho: justiça paraguaia vai decidir punições a Ronaldinho Gaúcho e Assis

ASSUNÇÃO - Uma audiência na justiça paraguaia, na tarde desta sexta-feira, decidirá que punições Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Assis vão receber por entrarem no país portando documentos adulterados. Os dois podem ter de cumprir penas alternativas, como prestação de serviços à comunidade.

Na quinta-feira, eles foram ouvidos pelo Ministério Público do Paraguai, que decidiu não indiciá-los. Concluiu-se que não agiram de má-fé.

Entenda o caso

O ex-astro do Barcelona e da seleção brasileira Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto Assis foram detidos pela polícia do Paraguai na noite desta quarta-feira sob acusação de ter entrado no país usando supostos passaportes falsos.

Euclides Acevedo, ministro do Interior do Paraguai, informou que investigadores entraram na suíte presidencial do Hotel Yacht y Golf Club, onde Ronaldinho estava hospedado, e encontraram dois passaportes adulterados. Um estava em nome do ex-jogador e o outro no do irmão.

Ronaldinho chegou ao Paraguai nesta quarta-feira para o lançamento do seu livro "Gênio da vida" e participaria do lançamento de um programa social destinado a crianças organizado pela Fundação Fraternidade Angelical.

Ronaldinho Gaúcho responsabilizou o empresário Wilmondes Sousa Lira, de 45 anos, que o representa no país vizinho, por portar o documento adulterado. Tanto o craque quanto o irmão e agente dele, Ronaldo de Assis Moreira, foram levados pelos agentes.