Casos de coronavírus no Brasil em 28 de abril

Soldados da Marinha desinfetam banheiro em Aeroporto no Rio de Janeiro durante treinamento para qualificação de profissionais (Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images)

O Ministério da Saúde atualizou para 5.017 o número de mortes em decorrência do novo coronavírus no Brasil nesta terça (28). Ao todo, também foram confirmados 71.866 casos da Covid-19 no país. Até a segunda (27) eram 4.543 mortes e 66.501 casos.

Principais notícias sobre coronavírus no Brasil

Manaus não testa para Covid entre 30% e 40% de seus mortos

O Estado do Amazonas registrou até ontem 320 mortes por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, a imensa maioria delas em Manaus e no mês de abril. Os números oficiais, no entanto, estão longe de representar a realidade. Estão sendo testados apenas pacientes que dão entrada nos hospitais que ainda aceitam doentes de Covid. Quase todos estão lotados e recusam novos doentes. LEIA A MATÉRIA COMPLETA

Brasil tem mortes notificadas com mais de 1 mês de atraso

Mortes ocorridas há mais de um mês estão tendo a causa atribuída ao novo coronavírus somente agora, evidenciando a proporção da subnotificação dos números da Covid-19 no Brasil. Dados demonstrados pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (27) indicaram que óbitos ocorridos entre os dias 23 e 27 de março foram confirmados para a doença somente nas últimas 24 horas. LEIA A MATÉRIA COMPLETA

Taxa de ocupação nas UTIs chega a 81% na Grande SP e 61% no estado

A taxa de ocupação dos leitos de UTIs (Unidade de Terapia Intensiva) nos hospitais é de 81% na Grande São Paulo e 61,6% em todo o estado, segundo dados divulgados pelas autoridades da Secretaria da Saúde de São Paulo nesta terça-feira (28), em coletiva sobre o balanço dos dados da Covid-19 no estado. Essa foi a primeira vez que esse índice ultrapassou o patamar dos 80%. LEIA A MATÉRIA COMPLETA

Principais notícias sobre coronavírus no mundo

Governo chinês instala câmeras em residências para monitorar população durante quarentena

Em meio à pandemia do novo coronavírus, chineses têm reportado a instalação de câmeras do lado de foram de suas residências em diversas regiões do país. Autoridades já confirmaram que os dispositivos têm o objetivo de monitorar rotina de cidadãos em locais onde foram impostas medidas de isolamento social. LEIA A MATÉRIA COMPLETA

Mortos no mundo por novo coronavírus passam de 214.000

O novo coronavírus causou pelo menos 214.451 mortes em todo o mundo desde que apareceu em dezembro, de acordo com um balanço estabelecido pela AFP com base em fontes oficiais, nesta terça-feira (28) às 16h de Brasília. LEIA A MATÉRIA COMPLETA

França reabrirá lojas e exigirá máscara no transporte público

O primeiro-ministro da França, Edouard Philippe, anunciou nesta terça-feira (28) a reabertura de todas as lojas no país, exceto restaurantes e cafés, a partir de 11 de maio, assim como o uso obrigatório de máscaras nos transportes públicos. LEIA A MATÉRIA COMPLETA

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    Rússia prepara teste do `torpedo do Juízo Final' no mar do Ártico

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia se prepara para fazer o primeiro teste operacional de seu "torpedo do Juízo Final", o drone submarino Poseidon. A arma vem sendo desenvolvida desde 2015 e agora está em fase final de ensaios no mar, devendo ter um lançamento a partir de submarino feito entre setembro e dezembro. A informação começou a circular na imprensa russa na semana passada, e não há comentário oficial ainda do Ministério da Defesa, mas analistas dizem que ela é real. Segundo Ivan Barabanov, especialista em sistemas navais em Moscou, o Poseidon já passou pelos testes mais críticos de seu sistema de propulsão nuclear. O cronograma não foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, que tem na Rússia o terceiro maior foco de casos no mundo. Na forma de um grande torpedo de 24 metros de comprimento, o Poseidon é uma das "armas invencíveis" anunciadas pelo presidente Vladimir Putin em 2018. Ele é movido por um pequeno reator nuclear e, segundo o próprio Putin disse, teria alcance de 10 mil km. A arma tem uma velocidade máxima especulada de cerca de 70 nós (130 km/h), o dobro do que submarinos nucleares desenvolvem. Poderia se deslocar mais devagar perto do alvo, para reduzir a assinatura acústica para sonares inimigos. Mas é sua carga e modo de emprego que preocupam observadores militares. O Poseidon é desenhado para poder levar silenciosamente uma ogiva nuclear de 2 megatons, algo que poucos mísseis fazem hoje. Mais: Barabanov e outros analistas acham que ele poderia levar inacreditáveis 100 megatons para, digamos, Nova York. A bomba mais potente já testada pelo homem foi explodida pelos soviéticos em 1961 e tinha 50 megatons. Além da destruição em si num ataque direto, se uma detonação dessas ocorresse a alguns quilômetros da costa, geraria um tsunami que simuladores estimam com dezenas de metros de altura. E, viajando silenciosamente debaixo d'água, a arma é de detecção e interceptação bastante mais difíceis do que as de um míssil convencional. A existência do Poseidon foi conhecida no Ocidente quando o russo permitiu um vazamento proposital da imagem de um croqui da arma pelo canal de TV estatal NTV, há cinco anos. No ano passado, foi divulgado um vídeo simplório sobre seu funcionamento, além de imagens de sua produção. Os torpedos são tão grandes, 30 vezes maiores do que modelos pesados atuais, que precisam ser levados no dorso de enormes submarinos adaptados. Dois estão em uso, o Belgorod e o Khabarovsk. Eles operam no mar Branco, um braço do do mar de Barents, de águas territoriais russas, que deverá ser o local do teste do Poseidon, para tentar evitar espionagem. O programa de armas de Putin foi ridicularizado como propaganda, mas aos poucos tomou forma. Duas armas hipersônicas estão operacionais. O míssil Kinjal e o planador Avangard, que é transportado por um míssil intercontinental. Ambas as armas podem carregar ogivas nucleares ou convencionais. O míssil intercontinental pesado Sarmat está em testes e, supostamente, entra em serviço em 2021. Já o míssil de cruzeiro com propulsão nuclear Burevestnik tem uma carreira mais complicada. Após vários testes relatados na mídia especializada como fracassados, um motor dele explodiu em junho do ano passado. A Rússia tentou esconder a informação, mas morreram cinco técnicos da agência de energia nuclear e foi detectado um pico de radiação na região do teste, a mesma onde o Poseidon será testado. A Rússia vem trabalhando em novas armas estratégicas desde os anos 2000, quando os EUA divulgaram seus planos para criar um escudo antimíssil na Europa. O processo foi acelerado desde que Donald Trump chegou ao poder, em 2017. No ano seguinte, os americanos revisaram sua política de emprego da bomba atômica, na prática facilitando o uso de artefatos menos potentes. Um deles entrou em operação neste ano, gerando a ameaça do Kremlin de que qualquer lançamento de míssil por submarino americano seria visto como o começo de uma guerra nuclear. Paralelamente, Washington abandonou mecanismos de controle de armas. Saiu de um tratado simbólico sobre mísseis na Europa e do programa de voos mútuos de reconhecimento com a Rússia e outros países. Trump e Putin têm até o ano que vem para negociar uma renovação do principal acordo de controle de ogivas nucleares, o Novo Start, mas o americano já deu indicações de que deverá deixá-lo caducar, elevando assim o risco de uma corrida armamentista atômica. Trump quer que a China faça parte de novas negociações, o que é rejeitado por Pequim -a rival asiática tem 320 ogivas nucleares operacionais, ante 1.750 dos EUA e 1.572 da Rússia. O Kremlin, por sua vez, estabelece um morde-e-assopra. Nas águas do Ártico, irá fazer, no fim da semana, um exercício militar com 30 navios e 20 aviões ao longo da costa norueguesa, uma resposta à primeira incursão de navios da Otan (aliança militar liderada pelos EUA) desde os anos 1980 no mar de Barents. Por outro lado, querendo evidenciar que a Otan age de forma agressiva com simulações perto de suas fronteiras e voos de bombardeiros junto a seu espaço aéreo, o Estado-Maior russo informou nesta terça (2) que não fará mais exercícios perto da Europa neste ano. O grande treinamento do ano, o Kavkaz-2020 (Cáucaso-2020), será "empurrado" para áreas mais centrais do país, na esperança de demover os ocidentais de fazerem os seus próximos ao território russo.

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    Grupo de hackers expõe supostos dados pessoais de Bolsonaro, filhos e aliados

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    Considerado uma milícia, grupo 300 do Brasil é criticado por ato de simbologia racista

    No sábado, grupo marchou com tochas e máscaras para a frente do STF

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    Apoiadora pede mensagem de conforto sobre mortos na pandemia e Bolsonaro diz: "é o destino"

    Presidente voltou a defender a cloroquina para o tratamento da Covid-19, ainda que não haja eficácia cientificamente comprovada

  • Você sabia que há pessoas morando no espaço?
    Ciência
    Originais do Yahoo

    Você sabia que há pessoas morando no espaço?

    Desde 1998, há astronautas construindo a Estação Espacial Internacional. Em 2011, a estação ficou pronta, e é usada desde então como laboratório. Enquanto realizam suas pesquisas, astronautas do mundo todo ficam morando lá. Comem, dormem e até se arrumam no espaço! A falta de gravidade pode tornar algumas tarefas desafiadoras. Mas mover objetos pesados acaba ficando mais fácil. Líquidos, em particular, podem ser um desafio, pois se comportam de maneira estranha. E de vez em quando, os astronautas precisam ir lá fora para reparar a estação. Mesmo com esses desafios, os pesquisadores conseguem fazer seu trabalho. Segundo a NASA, cada astronauta passa cerca de seis meses na estação. Esse período acaba lhes dando experiência em fazer quarentena. A estação está sempre equipada com todas as provisões de que eles precisam. E quando a saudade de casa bate, é só olhar pela janela. Veja mais •Por que temos cera no ouvido? •Os idiomas mais falados do mundo •Conheça a cidade com o nome mais longo do mundo

  • Com Bolsonaro envolto em crises políticas, Brasil atingirá 30 mil mortos pelo novo coronavírus
    Política
    Yahoo Notícias

    Com Bolsonaro envolto em crises políticas, Brasil atingirá 30 mil mortos pelo novo coronavírus

    País tem militar como ministro interino da Saúde e assiste à flexibilização precoce em algumas cidades

  • Lula critica manifestos suprapartidários e diz não ter idade para ser 'Maria vai com as outras'
    Política
    Folhapress

    Lula critica manifestos suprapartidários e diz não ter idade para ser 'Maria vai com as outras'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Lula criticou em reunião do PT nesta segunda-feira (1º) os manifestos suprapartidários em defesa da democracia surgidos nos últimos dias, sob o argumento de que os documentos articulados pela sociedade civil desconsideram os direitos dos trabalhadores. Como mostrou a Folha de S.Paulo, as iniciativas buscam recriar o clima das Diretas Já e uniram adversários ideológicos diante dos ataques do presidente Jair Bolsonaro a instituições e à Constituição. A principal mobilização da atual leva é o Movimento Estamos Juntos, mas pelo menos outros seis grupos estão se consolidando nesse cenário. Lula defendeu que o partido analise as iniciativas antes de tomar qualquer decisão e as relacionou a um projeto da elite brasileira -embora parte dos manifestos venha se organizando por meio da internet, com a possibilidade de qualquer cidadão aderir. "Li os manifestos e acho que tem pouca coisa de interesse da classe trabalhadora. Não se fala em classe trabalhadora, nos direitos perdidos", afirmou. Para ele, os textos só falam genericamente no que chamou de corte recente de direitos. O ex-presidente se disse incomodado com a presença, nas listas, de nomes de pessoas que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e que, na visão do petista, abriram caminho para a eleição de Bolsonaro. Em diversos momentos, ele reivindicou protagonismo para o partido. "Sinceramente, eu não tenho mais idade para ser Maria vai com as outras. O PT já tem história neste país, já tem administração exemplar neste país. Eu, sinceramente, não tenho condições de assinar determinados documentos com determinadas pessoas", afirmou Lula. Na fala, transmitida em redes sociais, o ex-presidente disse ter lido os manifestos do Estamos Juntos (inicialmente assinado por artistas e intelectuais) e do Basta! (organizado por advogados e outros representantes do universo jurídico). Alguns dos manifestos, segundo Lula, são "feitos com boas intenções" e contam com "gente muito boa assinando", mas também há "aqueles que estão fugindo do barco" -que apoiaram Bolsonaro e agora querem se desvencilhar dele. "Nós precisamos apoiar qualquer manifesto que for para resolver o problema do Brasil, [mas] não podemos ser levados pela euforia", acrescentou Lula, afirmando que a sigla não pode se deixar ser usada por pessoas que são contra Bolsonaro, mas apoiam a política econômica do ministro Paulo Guedes. "[Tem] muita gente de bem que assinou. E tem muita gente que é responsável pelo Bolsonaro. O PT tem que discutir com muita profundidade, para a gente não entrar numa coisa em que outra vez a elite sai por cima da carne seca, e o povo trabalhador não sai na fotografia." O petista disse não ter certeza se o objetivo das mobilizações é tirar Bolsonaro, "porque o que interessa para a elite brasileira é a política de desmonte do Guedes. Eles estão tentando reeducar o Bolsonaro, mas não querem reeducar o Guedes". Após as justificativas, Lula defendeu que o PT tome "muito cuidado" diante das iniciativas. "Para a gente não pegar o primeiro ônibus que está passando. É preciso que a gente analise todos esses manifestos e que conversemos com os organizadores para saber o que eles querem." Na opinião dele, "há um interesse muito grande da elite brasileira em voltar a governar o país sem o PT". "As pessoas acabaram de cometer um ato ilícito, tirando uma presidente democraticamente eleita pelo povo, e aí perceberam que o troglodita que eles elegeram não deu certo. Eles agora querem tentar tirar o troglodita para quê?", afirmou. "Até o Fernando Henrique Cardoso, que é um dos ajudaram a derrubar a Dilma, porque se acovardou, [assinou]", continuou o petista, citando a adesão do tucano ao Estamos Juntos. "Eu não posso aceitar com muita facilidade aquilo que as pessoas que ajudaram a destruir o país estão querendo fazer", disse, sem citar nomes. Lula falou aos colegas de legenda que o PT deve "agradecer a todos os brasileiros e brasileiras de todos os pensamentos ideológicos que foram para a rua protestar contra o Bolsonaro", mas não pode abrir mão de propagar suas ideias e reafirmar a defesa dos trabalhadores. "O PT não é uma coisa qualquer que pode ser menosprezada. Eu vejo uma tentativa muito grande de isolar o PT, de fazer com que o PT desapareça do cenário político", insistiu. "Eu acho que todos esses manifestos têm uma importância para a sociedade e para a democracia, mas é preciso que o PT defina qual é o manifesto que interessa para o PT, qual é a linguagem que interessa para o PT", discursou. O ex-presidente disse ainda aos colegas de legenda que o partido precisa ter clareza de qual discurso apresentar à sociedade e que não pode "se deixar levar outra vez pela elite brasileira". "Eu só quero dizer para o PT o seguinte: o PT não tem idade para outra vez entrar enganado numa disputa. Nós sabemos por que queremos o impeachment do Bolsonaro: porque nós queremos que este país seja governado para os interesses dos trabalhadores brasileiros", afirmou.

  • Celso de Mello arquiva pedido de apreensão de celulares de Jair Bolsonaro e de seu filho Carlos
    Política
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    Celso de Mello arquiva pedido de apreensão de celulares de Jair Bolsonaro e de seu filho Carlos

    O procurador-geral da República, Augusto Aras, já havia se manifestado no STF contra a apreensão dos aparelhos. Aras entendeu que, como a investigação é competência do MPF, não cabe intervenção de terceiros no processo, como no caso de partidos e parlamentares

  • Ministério da Justiça pede abertura de inquérito sobre vazamento de supostos dados de Bolsonaro e aliados
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    Ministério da Justiça pede abertura de inquérito sobre vazamento de supostos dados de Bolsonaro e aliados

    Pouco depois da publicação as postagens foram apagadas. O Twitter baniu o perfil do Anonymous Brasil por violar as regras da empresa

  • 'Não pretendo apoiar prefeito em lugar nenhum', diz Bolsonaro sobre eleições municipais
    Política
    O Globo

    'Não pretendo apoiar prefeito em lugar nenhum', diz Bolsonaro sobre eleições municipais

    Presidente afirmou que tem 'muito trabalho' em Brasília e que não quer se 'meter' com política

  • Como surgiu o costume de pintar as unhas?
    Notícias
    Originais do Yahoo

    Como surgiu o costume de pintar as unhas?

    Hoje em dia pintar as unhas está relacionado à estética. Mas um dia já foi sinônimo de poder. Os primeiros registros teriam vindo da China por volta de 3.000 a.C. A mistura era feita de goma arábica, cera de abelha, clara de ovo, gelatina e pétalas de rosa (para melhorar o cheiro). As cores estavam relacionadas à posição social da pessoa, seja homem, ou mulher. Na dinastia Chou (7 a.C.) só os membros da família real podiam usar uma pasta dourada ou prateada na unha, que eram as cores reais. A moda também rodava entre as rainhas no Antigo Egito, que usavam tintura de hena. Mulheres de classes baixas podiam pintar as unhas apenas com cores claras. No reino de Cleópatra, ela era a única que podia usar a cor vermelha. Copiar o gesto podia ser a assinatura da sua sentença de morte. O costume ficou esquecido no tempo até 1920, quando foi inventado o esmalte que conhecemos hoje. A fórmula surgiu das mãos da francesa Michelle Ménard a partir de uma variação de tintas usadas na pintura de carros. Veja mais •Por que temos cera no ouvido? •Os idiomas mais falados do mundo •Conheça a cidade com o nome mais longo do mundo