Castello Branco é interditada por incêndio em indústria de produto tóxico

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um incêndio de grandes proporções em uma indústria, em Jandira, na Grande São Paulo, interditou todas as pistas da rodovia Castello Branco, uma das principais vias de ligação entre a região metropolitana e o interior, na manhã desta segunda-feira (10).

O Corpo de Bombeiros enviou 10 viaturas até o local, nas margens da rodovia, por volta das 10h para combater a fumaça que pode ser tóxica, já que a empresa trabalha com cloro, um produto químico. Não há informação sobre vítimas.

Segundo a CCR ViaOeste, empresa que administra a rodovia, as pistas ficaram fechadas por 1h30 e o engarrafamento, reflexo da interdição, é de 6 km, no sentido interior.

Desde o início da manhã a rodovia está intransitável em alguns trechos também por causa das fortes chuvas e alagamentos registrados em quase 800 pontos da Grande São Paulo. 

Os motoristas não conseguem acessar a rodovia entre o Km 13 e 15, tanto no sentido do interior quanto na chegada à capital.

Isso porque estão debaixo d'água partes das duas marginais, Pinheiros e Tietê, por causa do transbordamento do rio Pinheiros, junto a Ponte Cidade Universitária e Ponte do Jaguaré, e do rio Tietê, junto a Ponte do Piqueri no sentido Castello Branco/Ayrton Senna.

A Ayrton Senna também tem dois bloqueios, segundo a Ecopistas, concessionária que administra o corredor, para dar fluidez ao tráfego e reforçar a segurança dos motoristas devido ao risco de transbordamento do rio Tietê entre o km 18 e o km 11, sentido São Paulo.

O primeiro ocorre na pista expressa do km 21 da rodovia, no sentido de São Paulo, para que os veículos sigam viagem pela pista marginal da via. O segundo bloqueio, na mesma rodovia e sentido, está na altura do km 19 da pista marginal para que os condutores sejam encaminhados para a rodovia Hélio Smidt, onde, então, poderão acessar a rodovia Presidente Dutra no sentido do interior e, posteriormente, podem acessar Rodoanel.

As vias serão liberadas assim que o nível da água diminuir e os pontos de alagamentos acabarem, informa a Ecopistas.