Castro quer criminosos envolvidos em operação no Alemão em presídios federais

O governador do Rio, Claudio Castro, quer que os criminosos envolvidos em ações violentas durante operação da polícia no Complexo do Alemão sejam levados para presídios federais. Ele usou as redes sociais para dizer que já acionou o ministro da Justiça, Anderson Torres, e que enviará o resultado das investigações para o Ministério Público. Na manhã desta quinta-feira, quando a operação foi deflagrada no Alemão, um helicóptero da polícia foi alvo de disparos enquanto sobrevoava a região. Também pelas redes sociais, Castro disse que "Não há lugar onde o estado não entre no Rio".


Ao menos sete pessoas morreram durante o confronto entre policiais Militar e Civil com traficantes, que começou no início da madrugada desta quinta-feira. Um policial militar e uma mulher identificada como Letícia Marinho Salles, de 50 anos, chegaram a dar entrada em unidades de saúde, mas não resistiram.


Um outro agente teria sido atingido por um disparo no pé, mas passa bem. No início desta tarde, segundo o porta-voz da PM, tenente-coronel Ivan Blaz, três suspeitos também morreram durante a ação. De acordo com as secretarias de Saúde, cinco mortos estão na UPA do Alemão e dois no Hospital Estadual Getúlio Vargas, o que aumentaria o número de óbitos para sete. Embora ainda não tenham sido identificados pela polícia, mais três corpos chegaram à UPA no início desta tarde.


A ação da PM em conjunto com a Polícia Civil foi deflagrada para combater o roubo de veículos, de carga e a bancos. Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) estiveram na ação. Pelo menos 400 policiais, com apoio de quatro aeronaves e de 10 veículos blindados estiveram no local. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também participou da operação.

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