Cauã Reymond, Caio Castro, Alexandre Machafer... Veja os amores de Grazi Massafera após a fama; fotos

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Desde que ficou famosa, após participar do "Big Brother Brasil 5", é grande o interesse de fãs sobre a vida pessoal de Grazi Massafera, atualmente com 39 anos. A vida amorosa da atriz está incluída nisso. De lá para cá, Grazi teve relacionamentos duradouros, outros nem tanto e se tornou mãe. Ela, agora, vive um romance com o ator e diretor Alexandre Machafer. Os dois são mais discretos: há poucos registros onde o casal aparece junto. Recentemente, fizeram uma viagem romântica para o Ceará e ficaram hospedados num resort luxuoso.

O romance com Alexandre ocorreu tempos depois de ela ter se separado do ator Caio Castro. Juntos desde 2019, o anúncio da separação ocorreu em agosto deste ano. Sobre o fim da relação, o ator comentou ao podcast "MonkeyCast": "Deu certo. Deu muito certo. Foi o relacionamento que mais deu certo. Durante dois anos e meio da minha vida. Deu certo do início ao fim".

No início de 2019, outro romance de Grazi chegava ao fim, com o advogado Patrick Bulus. Eles começaram a namorar em junho de 2016 e tiveram dois términos relâmpagos: um em novembro de 2017 e o outro em agosto de 2018. O terceiro ponto final na relação, porém, foi definitivo. Patrick é de família tradicional e herdeiro de uma seguradora do Rio. Ele namorou antes a atriz e apresentadora Mariana Rios.

Com Cauã Reymond, a artista foi casada por seis anos. O relacionamento dos dois terminou em 2013. Da união, nasceu Sofia, atualmente com 9 anos. Juntos desde 2007, eles usavam alianças, mas não celebraram formalmente a união. Na época da separação, Cauã havia gravado a série "Amores roubados". Na ocasião, chegou-se até a especular que o pivô do rompimento teria sido Isis Valverde, com quem ele contracenava na obra.

Já o romance de Grazi com Alan Passos começou ainda quando os dois estavam confinados na casa do "BBB5", em 2005. O romance durou cerca de dois anos. Em uma live no ano passado, ele falou da pressão em namorar uma estrela (na época) em ascenção. " Eu percebia um movimento de sempre destruir, de romper aquilo, era como se eu estivesse ocupando um lugar que não deveria estar, principalmente por eu não ser o estereótipo ideal do imaginário público naquele momento", disse ele.

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