CBAt faz balanço positivo do Brasil no Mundial

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O Brasil fechou o Campeonato Mundial de Atletismo, em Eugene, nos Estados Unidos, com a sua melhor campanha da história na competição. O país não bateu o recorde de medalhas de Sevilha, na Espanha, em 1999 — duas pratas e um bronze —, mas deixou o torneio com o ouro de Alison dos Santos, o Piu, nos 400 metros com barreiras, e o bronze inesperado de Letícia Oro Melo salto em distância, conseguindo a melhor marca da sua vida (6,89m).

Além das duas medalhas, a delegação brasileira, com 57 atletas (23 mulheres e 34 homens), conseguiu fazer dez finais e seis semifinais. Também foram batidos um recorde sul-americano e dois brasileiros, com Vitória Rosa, nos 200 metros, e de Viviane Lyra e Caio Bonfim, ambos nos 35km marcha atlética, respectivamente.

Foi um salto significativo em relação ao último Mundial, em Doha, em 2019. Na ocasião, foram seis finais e nenhuma medalha.

— A gente fecha com dez atletas disputando finais entre os oito melhores do Mundial, o que é muito significativo, além dos seis que chegaram às semifinais. Os números são importantes e favoráveis no caminho do desenvolvimento do desempenho dos atletas — disse Claudio Castilho, CEO da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Para o diretor técnico da CBAt, Jorge Bichara, o balanço da participação brasileira foi bom. De acordo com ele, a expectativa era de que, a cada oito a dez chances de medalhas, uma ou duas fossem conquistadas. O dirigente destacou que a escolha da confederação ao longo do ano foi dar oportunidade aos atletas em participar de competições, e todos os 57 que compuseram a delegação estavam ali por ter conseguido índice.

Bichara afirma também, que agora, entra-se em uma nova etapa do ciclo olímpico (Jogos de Paris-2024), que é diferente por ser mais curto, e que o Brasil precisa seguir na mesma linha de evolução.

Vamos para uma fase diferente desse ciclo. Ano que vem tem novamente Campeonato Mundial. Depois ainda tem os Jogos Pan-Americano e depois a Olimpíada em Paris. O Campeonato Mundial deixa claro qual é o nosso nível técnico. A competição em Eugene foi fortíssima. Então, isso faz com que a gente já tenha em mente que o Mundial de 2023 não será diferente. É um campeonato pré-olímpico e será muito forte — destacou Bichara.

Paris-2024

Sobre o evento na capital francesa, que começa em exatos dois anos, o diretor técnico da CBAt foi claro:

— Vamos ter que trabalhar muito duro nos próximos dois anos para que a gente eleve a condição dos nossos atletas.

Nas próximas semanas, a CBAt vai fazer uma avaliação mais detalhada do desempenho dos atletas no Campeonato Mundial de Eugene. Serão levados em consideração, não só os resultados, mas condições de treinamento e estabelecer novos parâmetros para as novas convocações.

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