Centrais sindicais apelam ao passado para tentar convencer CUT a participar de atos de 12 de setembro

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**ARQUIVO** São Paulo, SP, 05-12-2017:  Ato da CUT contra a reforma da Previdncia na Av Paulista  (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
**ARQUIVO** São Paulo, SP, 05-12-2017: Ato da CUT contra a reforma da Previdncia na Av Paulista (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dirigentes de cinco centrais sindicais apelaram para o passado na tentativa de convencer a CUT (Central Única dos Trabalhadores) a participar do ato do dia 12 de setembro pelo impeachment de Jair Bolsonaro.

Evocaram as Diretas Já, dizendo que Teotonio Vilela, usineiro, conservador e do partido do governo na época, se somou ao movimento.

A central de esquerda, no entanto, disse que mira em atos em outubro e novembro e que não vai participar da manifestação de domingo (12).

Quatro das maiores centrais sindicais do país decidiram aderir às manifestações. Força Sindical, UGT, CSB e Nova Central tomaram a decisão de convocar seus filiados após os discursos golpistas do presidente no Sete de Setembro. A CTB também deve se juntar ao grupo.

Existe na esquerda alguma resistência a aderir aos atos de domingo (12), dado que eles têm sido promovidos por MBL (Movimento Brasil Livre), VPR (Vem Pra Rua) e Livres, compostos por políticos da direita não bolsonarista.

No entanto, diversos partidos e movimentos de oposição têm entendido que o momento é de unir forças contra as ameaças do presidente à democracia.

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