Centrais sindicais defendem diversidade de campos políticos em atos contra Bolsonaro

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  15-09-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do vice presidente Hamilton Mourão, participa de cerimônia de anúncio de avanços no programa Casa Verde Amarela, de habitação popular. No palácio do planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 15-09-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do vice presidente Hamilton Mourão, participa de cerimônia de anúncio de avanços no programa Casa Verde Amarela, de habitação popular. No palácio do planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - As principais centrais sindicais do país escreveram uma nota em defesa da ampliação da diversidade de campos políticos nos atos contra o presidente Jair Bolsonaro.

O texto afirma que a participação de mais atores nas ruas é importante porque "nada é mais urgente do que impedir que Bolsonaro continue o seu desgoverno criminoso."

Os organizadores dos protestos pedem o impeachment do presidente.

"Para derrubar Bolsonaro, é preciso ir além do nosso campo, pois precisamos de 342 votos na Câmara dos Deputados para aprovar o impeachment. Não é questão de ideologia, mas sim de matemática. Neste momento, um dos mais graves da nossa história, é necessário focar no que nos une, e não no que nos separa", diz trecho na nota.

Assinam o documento os presidentes e dirigentes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical Central da Classe Trabalhadora, Intersindical Instrumento de Luta e Pública.

Os atos começaram principais com movimentos da esquerda e depois as discussões para ampliação passaram a fazer parte das reuniões.

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