Central de Zaporíjia atacada, Ucrânia e Rússia culpam-se mutuamente

Desde o início da guerra que o controlo de Zaporíjia se apresenta como crucial para Ucrânia e Rússia e ao 163º. dia do conflito foi a luta pela maior central nuclear da Europa a dominar novamente as atenções, com acusações de parte a parte e o perigo de um desastre nuclear.

Há muito que a central se encontra nas mãos dos russos, e esta sexta-feira a administração militar local acusou as forças ucranianas de terem danificado duas linhas de alta tensão da central com um ataque.

A resposta de Kiev não demorou, com a Energoatom, empresa estatal que gere a energia nuclear, a acusar os russos de terem atingido a central com três mísseis, arriscado a fuga de hidrogénio e substâncias radiativas e provocando um elevado risco de incêndio. Ainda assim sublinharam que os reatores ainda estavam funcionais e que não tinha sido detetada nenhuma fuga.

Bem longe do teatro de guerra, mais concretamente na cidade russa de Sochi, o Presidente russo, Vladimir Putin, recebeu o seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdoğan.

No menu, a cooperação bilateral entre os dois países, o acesso aos cereais da Ucrânia e a crise na Síria, mas de acordo com Kiev, Putin teria a intenção de discutir a compra de refinarias de petróleo turcas por forma a contornar as sanções de Europa e Estados Unidos.

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