CEO da Pfizer diz que quem espalha informações falsas sobre vacinas contra Covid-19 é 'criminoso'

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O CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse nesta terça-feira, dia 9, que as pessoas que propagam informações falsas sobre as vacinas contra Covid-19 são "criminosas" que "custaram milhões de vidas". A declaração foi dada a Frederick Kempe, CEO do think thank Atlantic Council, com sede na capital dos EUA, Washington. De acordo com a emissora norte-americana "CNBC", Bourla acrescentou que vê este grupo como "muito pequeno", enganando aqueles que estão hesitantes em se vacinar.

"Essas pessoas são criminosas", disse Bourla. "Elas não são pessoas más. Elas são criminosas porque literalmente custaram milhões de vidas".

O presidente da Pfizer, cuja vacina contra Covid-19 está disponível no Brasil, disse ainda que a vida pode "voltar ao normal" conforme mais pessoas se vacinarem.

"A única coisa que se interpõe entre o novo modo de vida e o modo de vida atual é, francamente, a hesitação em vacinar", declarou Bourla.

Entre a desinformação relacionada aos imunizantes, estão boatos de que eles contêm microchips, causam infertilidade e alteram o DNA humano. Uma pesquisa publicada na segunda-feira pela Kaiser Family Foundation mostra que, nos EUA, mais de três quartos dos adultos acreditam ou não têm certeza sobre pelo menos uma das oito declarações falsas sobre Covid-19 ou as vacinas.

Para especialistas em saúde pública, essa disseminação de conteúdo equivocado influencia na procura da população pelas vacinas. Nos EUA, milhões de adultos ainda não se vacinaram, mesmo que o país disponibilize doses suficientes.

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