CEO de empresa de tecnologia é preso acusado de matar mulher há 30 anos, na Califórnia

O executivo de uma empresa de tecnologia dos Estados Unidos foi acusado de ser o responsável pelo assassinato de uma mulher, morta estrangulada em 1992. No último sábado, John Kevin Woodward, presidente e CEO da Readytech, foi preso no aeroporto JFK, em Nova York, após chegar ao país de um voo vindo de Amsterdam.

Descoberta: Detetive de arte holandês afirma ter recuperado relíquia do sangue de Cristo

Abaixo-assinado com 1 milhão de assinaturas: Após massacre de 1,4 mil golfinhos em único dia, Ilhas Faroe limitam caça a 500 animais por ano

O executivo de 58 anos é acusado de matar Laurie Houts, que tinha 25 anos e trabalhava como programadora. Seu corpo foi encontrado dentro do próprio carro, na cidade de Mountain View, na Califórnia, a pouco mais de um quilômetro de distância de seu trabalho.

Woodward chegou a ser preso naquele mesmo ano durante as investigações do crime. Impressões digitais suas foram encontradas do lado de fora do carro de Laurie Houts, mas os policiais nunca conseguiram provar que ele havia estado dentro do carro na noite da morte da mulher.

De acordo Procuradoria do Condado de Santa Clara, Woodward tinha ciúmes da mulher, namorada de seu colega de quarto.

Ele chegou a ser julgado duas vezes pelo assassinato de Lauire Hots, nos anos 90. Nas duas situações, o jurí terminou empatado. Novas evidências seriam necessárias para trazer o caso novamente à Justiça, o acabou por acontecer.

Vídeo: Leões famintos são forçados a comer os próprios rabos em zoológico no México

Isso foi possível graças aos avanços tecnológicos, que permitiram identificar o DNA do CEO na corda utilizada para estrangular a mulher. Novas impressões digitais também foram encontradas no material recolhido pelos investigadores há 30 anos. Com os novos achados, a Procuradoria do Condado de Santa Clara conseguiu um novo mandado de prisão contra Woodward.

Ele foi preso ao chegar de um voo de Amsterdam, na Holanda, país no qual reside há anos. Ele é mantido preso em Nova York e deverá ser enviado para a Califórnia, onde será novamente julgado. Caso condenado, poderá ter de cumprir a pena perpétua.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos