Cerimónias do "Dia D" regressam três anos depois

O desembarque aliado na Normandia, decisivo na vitória contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial, está prestes a fazer 78 anos. Nas praias do desembarque e no cemitério americano, ultimam-se os preparativos para as cerimónias que vão marcar a data. São as primeiras cerimónias públicas desde 2019, já que a pandemia causou a anulação das duas últimas.

Greg Jensen, visitante norte-americano, faz alguns paralelos com a situação atual: "Não podemos esquecer o que aconteceu há 78 anos e estamos novamente a ver muito do que se passou nessa altura. As pessoas têm de abrir os olhos, ver o que se está a passar na Ucrânia. Não acredito que as pessoas possam ter dúvidas, quando ouvimos certos termos que evocam o passado de uma forma que não é boa", conta.

Estamos novamente a ver muito do que se passou nessa altura. As pessoas têm de abrir os olhos, ver o que se está a passar na Ucrânia.

Andy Hamilton, britânico, viajou com os netos: "Viemos aqui mostrar o nosso respeito e mostrar aos netos o que foi a Segunda Guerra Mundial, o cenário, as praias e a quantidade de pessoas que sacrificaram as suas vidas pela liberdade de todos", diz.

São cada vez menos os veteranos do Dia D ainda vivos e menos ainda aqueles que podem viajar e participar nas cermónias. Mesmo assim, está prevista a presença de vários deles. Só no primeiro dia do desembarque, 6 de junho de 1944, morreram mais de quatro mil soldados aliados.

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