Cerimônia de posse terá restrições na Câmara de São Paulo

FÁBIO PESCARINI E FÁBIO MUNHOZ
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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 15.11.2020 - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 15.11.2020 - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Por causa da pandemia do novo coronavírus, a cerimônia de posse do prefeito Bruno Covas (PSDB) para seu segundo mandato, do vice Ricardo Nunes (MDB) e dos 55 vereadores será mais restritiva nesta sexta-feira (1º) na Câmara Municipal de São Paulo.

Em um ato publicado na terça-feira (29), a Câmara proibiu o acesso de pessoas na galeria do Plenário 1° de Maio e restringiu a entrada ao gabinete parlamentar para um funcionário e apenas um convidado.

A cerimônia ocorre a partir das 15h e a sessão solene será presidida pelo vereador mais velho, o petista Eduardo Suplicy, 79 anos, reeleito.

A composição da Câmara terá duas mudanças em relação à lista dos candidatos que foram anunciados como eleitos pela Justiça Eleitoral após o primeiro turno das eleições, em novembro.

Presidente da Casa até dezembro, o vereador Eduardo Tuma, que estava no PSDB, renunciou ao cargo na legislação passada e não vai assumir o novo mandato. Ele teve indicação aprovada para o TCM (Tribunal de Contas do Município). Tuma irá ficar na vaga do conselheiro Edson Simões, que anunciou a aposentadoria.

Gilson Barreto (PSDB) que não se reelegeu mas era o primeiro suplente do partido, assumirá a cadeira deixada por Tuma.

O vereador Dr. Sidney Cruz foi considerado eleito pelo TRE-SP depois que a Justiça Eleitoral deferiu algumas candidaturas do seu partido, o Solidariedade, que até então estavam impugnadas. Com isso, os votos para a sigla foram considerados válidos e a legenda conseguiu ocupar uma cadeira na Casa. Cruz recebeu 17,8 mil votos. Antes da decisão judicial, a vaga era do candidato Missionário José Olímpio (DEM), que teve cerca de 17 mil votos.