Cesar Maia, oficializado a vice, diz que defenderá Freixo mesmo que não concorde com ele

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RIO DE JANEIRO, RJ, 27.07.2022 - ELEIÇÕES 2022-FREIXO-RJ - O deputado federal Marcelo Freixo (PSB), o ex-prefeito do Rio Cesar Maia (PSDB), e o presidente da federação PSDB-Cidadania no Rio de Janeiro, Rodrigo Maia, durante entrevista coletiva para apresentar a chapa que concorrerá ao governo do estado do Rio de Janeiro nas Eleições de outubro de 2022, nesta quarta-feira (27). (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
RIO DE JANEIRO, RJ, 27.07.2022 - ELEIÇÕES 2022-FREIXO-RJ - O deputado federal Marcelo Freixo (PSB), o ex-prefeito do Rio Cesar Maia (PSDB), e o presidente da federação PSDB-Cidadania no Rio de Janeiro, Rodrigo Maia, durante entrevista coletiva para apresentar a chapa que concorrerá ao governo do estado do Rio de Janeiro nas Eleições de outubro de 2022, nesta quarta-feira (27). (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ex-prefeito do Rio Cesar Maia (PSDB) afirmou nesta quarta-feira (27) que vai defender o que o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) defender mesmo que não concorde com ele em um eventual governo estadual. Maia foi oficializado como candidato a vice-governador do Rio de Janeiro na chapa encabeçada por Freixo.

"Quando há um governador e um vice, o poder mais alto se levanta. Portanto, o Freixo pode contar comigo com todas as circunstâncias."

"O que ele defender, vou defender, mesmo que não concorde. É fundamental que essa aliança seja permanente, orgânica e que não seja lavada por fissuras", emendou.

A união de Freixo e Maia é comparada à aproximação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB) na disputa presidencial.

O objetivo é reforçar a guinada do deputado ao centro. Freixo tenta se desfazer da imagem de radical da esquerda, associada a sua trajetória no PSOL. Lula também acena para o centro ao fazer a dobradinha com Alckmin.

No passado, Maia foi alvo de críticas de Freixo pelo crescimento das milícias no Rio.

A aproximação dos dois também é vista como uma resposta a contestações sobre a inexperiência do deputado no Executivo. A bagagem do ex-prefeito funcionaria como uma espécie de escudo contra ataques de adversários.

"Nós não poderíamos neste momento apenas fazer uma aliança com a esquerda. Essa aliança precisaria ser democrática, uma aliança ampla", disse Freixo nesta quarta.

A candidatura dele, porém, ainda enfrenta um impasse com o PT no Rio de Janeiro. O motivo é o lançamento pelo PSB da candidatura do deputado federal Alessandro Molon para o Senado.

Petistas argumentam que o partido descumpriu um acordo ao anunciar o nome de Molon. Segundo esse acordo, o PT apoiaria Freixo e, em troca, indicaria o candidato ao Senado.

O escolhido do PT é o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), André Ceciliano. Com a criação do impasse, petistas ameaçaram retirar o apoio a Freixo nos últimos dias.

O PT adiou para a semana que vem debate sobre a montagem de palanque no Rio de Janeiro à espera de uma decisão do PSB estadual.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, desembarcou nesta quarta no estado e participou do evento com Freixo e Maia.

Ao ser questionado se teria pedido a derrubada da candidatura de Molon, Siqueira se esquivou. Disse que o assunto está sendo debatido internamente e que espera encontrar uma solução. Ele ainda destacou a aliança nacional entre PT e PSB.

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