'Chateado', Arão é avaliado por especialista, não joga toalha, mas chance de escalação pelo Flamengo é mínima

Diogo Dantas
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Ninguém dentro do Flamengo nem próximo a Willian Arão acredita que o jogador estará em campo contra o Internacional no próximo domingo. Mas após ter alta do hospital e ser observado por médicos do clube em sua casa e por um especialista, o volante ainda não se entregou sobre a participação no jogo decisivo pelo Brasileirão.

Segundo familiares do jogador, Arão estava "chateado demais" com a fatalidade, mas ainda não havia jogado a toalha. No Flamengo, os médicos avaliam que apenas um bloqueio anestésico, com uma injeção na base do dedo, faria com que o atleta atuasse sem dores.Mas as consequências para a movimentação em campo não compensariam a escalação.

O médico Márcio Tannure, chefe do Flamengo, acompanhou o jogador de manhã, quando ele deixou o hospital, e depois do treinamento no Ninho do Urubu, no período da tarde desta sexta-feira. Um médico plantonista também observou a fratura desde o hospital. E um outro especialista foi consultado para dar um parecer sobre a situação do atleta.

Arão topou o segundo dedo do pé direito no banheiro do Centro de Treinamento após a atividade de quinta-feira. Foi ao hospital e constatou uma pequena fratura na falange distal, ou seja, na pontinha do dedo. Ficou em observação durante a noite, foi medicado, e em casa teve que manter o pé para cima, com uma faixa para imobilizar o dedo e evitar dores.

A reapresentação do jogador neste sábado ainda é uma incógnita. A tendência é que sArão iga em casa em observação e, dependendo da evolução, vá com a delegação para o Maracanã no domingo. Nem que seja apenas para apoiar do vestiário e do camarote.