Checamos: vacinas contra a Covid-19 não são armas biológicas

·1 minuto de leitura
  • Posts enganam sobre a origem do vírus causador da Covi-19

  • Teorias conspiratórias ganham força em grupos antivacina

  • Projeto de lei prevê multa para quem divulgar fake news sobre a pandemia tramita na Câmara dos Deputados

Desde o início da pandemia de Covid-19 teorias falsas a respeito do surgimento da doença circulam pelas redes sociais. Uma delas, propagada por conspiracionistas, diz que o vírus teria sido criado para ser uma arma biológica de destruição em massa.

De acordo com o relatório mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em março de 2021, a origem do vírus ainda não foi descoberta. Um outro relatório, encomendado pelos Estados Unidos, também não se chegou a uma conclusão sobre a origem do SARS-CoV-2. O Yahoo! Notícias já verificou peças de desinformação semelhantes.

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Grupos antivacina compartilham no Telegram informações falsas para desencorajar a imunização contra a Covid-19. Dessa vez, espalham boatos questionando a eficácia da vacina e dizendo que o imunizante é uma arma biológica criada pelos governantes para reduzir a população, o que é falso. “A redução populacional...não é por meio de bomba, mas por meio de uma arma biológica disfarçada de cura. Devagar e silenciosamente. Quase ninguém vai saber que é um holocausto”, diz o cartaz replicado em canais antivacina.

Desinformação circula em grupos do Telegram. Autoridades sanitárias atestam eficácia e segurança dos imunizantes(Foto: Telegram/Reprodução)
Desinformação circula em grupos do Telegram. Autoridades sanitárias atestam eficácia e segurança dos imunizantes(Foto: Telegram/Reprodução)

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão sanitário responsável pela avaliação e aprovação de medicamentos no país. Para um imunizante ser liberado no Brasil a Anvisa analisa como ele foi produzido, os estudos e embasamentos técnicos que concluíram pela segurança e eficácia do medicamento. Além disso, após a liberação do uso em seres humanos, o órgão também faz o monitoramento para possíveis eventos adversos.

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