Checamos: vídeo de Gleisi Hoffmann pedindo a suspensão do WhatsApp é antigo

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  • Vídeo distorcido tem sido compartilhada nas redes sociais como se fosse recente

  • Busca reversa pelas imagens da gravação mostra que o registro descontextualizado já circulou em 2018

  • Na ocasião, a presidente do PT comentava sobre os disparos em massa pelo aplicativo utilizado nas eleições de 2018

Circula nas redes sociais um vídeo em que a deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), defende a suspensão do WhatsApp. Entretanto, o vídeo é antigo.

“Gleisi Hoffmann fala em vídeo que o WhatsApp deve ser suspenso até o fim da eleição para que o resultado não possa ser influenciado pelo aplicativo de conversas, e é aplaudida pelos petistas presentes. Essa é a turma que enche a boca para falar sobre democracia aplaudindo ditadura e censura. O vídeo é de 2018, mas representa bem o pensamento ditatorial da esquerda”, diz a descrição do post compartilhado nas redes sociais.

Vídeo descontextualizado circula desde 2018. Na ocasião, Hoffmann criticou o uso de disparos em massa no aplicativo de mensagens durante as eleições presidenciais daquele ano (Foto: Facebook/Reprodução)
Vídeo descontextualizado circula desde 2018. Na ocasião, Hoffmann criticou o uso de disparos em massa no aplicativo de mensagens durante as eleições presidenciais daquele ano (Foto: Facebook/Reprodução)

Uma busca reversa pelo frame do vídeo revela que a gravação foi feita em 2018. Não foi possível estabelecer a data exata em que o vídeo foi feito, mas com a busca reversa pelas imagens não é possível localizar a data exata em que a gravação foi feita. Contudo, pelo menos três publicações foram feitas na segunda quinzena de outubro de 2018. Dessa forma, é possível afirmar que a declaração da presidente do PT não é recente.

No trecho compartilhado nos posts distorcidos, Hoffmann declara: "Acho que a primeira coisa que a gente tinha que pedir é a suspensão do WhatsApp até finalizar a eleição”. Na ocasião, ela comentava o esquema de disparos em massa, bancado por empresários, de mensagens de WhatsApp contra o partido nas eleições presidenciais de 2018.

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