Chefe de quadrilha de fraudes bancárias preso em PE tem tatuagens de logos de bancos

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Dois chefes da quadrilha que movimentou mais de R$ 13 milhões com fraudes bancárias usavam redes sociais para mostrar que viviam uma vida de alto poder aquisitivo. Eduardo da Costa Ferreira, o Frango, por exemplo, foi preso em uma mansão de Camboinhas, na Região Oceânica de Niterói. No local, a polícia apreendeu um Range Rover blindada avaliada em torno de R$ 380 mil.

Já Max William Gonçalves Campos foi preso em um resort em Porto de Galinhas, em Pernambuco. Ele chegou a tatuar nos antebraços logos de instituições bancárias, algumas delas onde o bando praticou golpes. Ele também tatuou a palavra "vigarista" em um dos braços.

Ainda não se sabe se Max ficará à disposição da Justiça preso em Pernambuco ou se será transferido nos próximos dias para o Rio de Janeiro.

De acordo com o delegado Gabriel Poiava, da Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), o bando agia a partir de informações repassadas pelos gerentes. Os alvos da quadrilha eram geralmente pessoas idosas ou correntista que movimentavam altas quantias em aplicações que acabavam tendo o dinheiro retirado de maneira fraudulenta das contas.

— O número de vítimas é grande. Posso dizer que são mais de dez. Os gerentes indicavam para a quadrilha os clientes que tinham capital investido e que seriam os alvos das fraudes. Com auxílio dos gerentes, o bando conseguia desviar talonários de cheques. O grupo também clonava cartões (com um software) em nomes das vítimas. E, em seguida, faziam os gastos em cheques e em cartões em contas de empresas de fachadas do próprio grupo ou em nome de laranjas — explicou o delegado.

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