Chico Chico fala da sensação de ainda ser apresentado como filho de Cássia Eller: 'Já lidei pior com isso'

Maria Fortuna
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O jeito de garoto que esconde a timidez atrás de um certo deboche continua, mas Francisco Ribeiro Eller, o Chico Chico, cresceu. O menino que o público viu desabrochar a partir de 2015, quando passou a incendiar palcos com performances que impressionavam, completou 27 anos. O cantor, compositor e músico também deixou o casarão em que vivia em Santa Teresa, numa comunidade à la Novos Baianos. Agora, mora apenas com os dois vira-latas Pilantra e Firula.

Em meio ao amadurecimento, veio a certeza sobre a vocação musical. Com ela, a necessidade do voar sozinho, que vai aterrissar em formato de disco. Ele já trabalha em seu primeiro disco solo. O projeto vai chegar após álbum que lançou recentemente com Fran Gil (“Onde?”).

Mas, à meia-noite desta sexta-feira (12) Chico lança o single “Fortuna e paz”, dueto com o compositor cabo-verdiano Mário Lúcio.

Nesta matéria, ele fala sobre as inseguranças ("tenho medo de não ser capaz, sempre fui inseguro") e da sensação que tem ao ainda ser apresentado como "o filho de Cássia Eller" ("já lidei pior com isso"). Também conta as memórias que tem da mãe ("ela lia Harry Potter antes de eu dormir") e explica por que a morte é tema recorrente em suas canções ("tive a morte perto de mim") .

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