Chile alivia quarentenas mas mantém restrições nas fronteiras

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Homem desce de ônibus usado como posto de vacinação em Santiago, em 22 de junho de 2021

O governo do Chile anunciou nesta quinta-feira um alívio das quarentenas, com foco na retomada do ensino presencial e em uma abertura maior das atividades comerciais, embora se mantenham os toques de recolher e restrições de saída do país, no momento em que a população imunizada supera 73%.

O Chile, com 19 milhões de habitantes, atingiu 73,1% de sua população-alvo com ao menos uma dose, somando 11.106.970 pessoas, informaram autoridades sanitárias nesta quinta-feira. Há 30 dias, o número de novas infecções, óbitos e internações vem diminuindo gradativamente, e a taxa de casos positivos em nível nacional é de 4,45%.

O Chile é um dos países com as restrições mais prolongadas em nível nacional. Desde março de 2020, o ensino em todos os níveis é feito majoritariamente de forma remota, acentuando as desigualdades, com alunos sem acesso a plataformas digitais ou conexão à internet.

A partir de agora, mesmo que haja surtos, o plano Passo a Passo de restrições "reconhece a educação como fundamental e a presença como de vital importância para a formação" dos alunos, embora por ora fique a critério dos pais enviar ou não os filhos à escola.

Autoridades mantiveram o controle nas fronteiras, que permanecem fechadas a estrangeiros e com limitações para os chilenos e residentes, em meio à ameaça de propagação local da variante Delta.

Com toques de recolher desde março de 2020 e endurecimeno das restrições nos fins de semana, o novo plano reduz a duração do isolamento, que será aplicada segundo a evolução da pandemia em cada região. A partir da próxima semana, haverá uma abertura maior das atividades comerciais, com a volta dos cinemas e do público em jogos de futebol.

pb/apg/llu/lb

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