Chega a 13 número de mortos por terremoto no Chile

Os chilenos enfrentam a tarefa de limpar os escombros e se reerguer após o terremoto de 8,3 graus que foi seguido de dezenas de réplicas e um tsunami, que deixaram 13 mortos e cinco desaparecidos

Treze pessoas morreram e seis estão desaparecidas em consequência do forte terremoto e posterior tsunami que castigou o norte e o centro do Chile esta semana.

"O número aumentou para 13 mortos", anunciou nesta sexta-feira o vice-ministro chileno do Interior, Mahmud Aleuy, ao divulgar o último balanço das vítimas, em entrevista coletiva no Escritório Nacional de Emergência (Onemi), em Santiago.

A nova vítima é um homem que foi encontrado pela Polícia em uma das praias do porto de Coquimbo, uma das áreas mais afetadas pelo terremoto de 8,3 graus Richter e posterior tsunami.

Na área há mais de 1.500 desabrigados, e 262 imóveis foram destruídos na tragédia. Cerca de 24.000 famílias continuam sem energia elétrica 48 horas depois do sismo, o sexto mais potente na história do Chile e o mais intenso do ano em nível mundial.

A região de Coquimbo foi declarada em situação de emergência pela presidente Michelle Bachelet, que visitou pelo segundo dia as comunidades dessa zona afetada pela catástrofe.

O governo chileno ainda não divulgou um balanço dos danos e o custo da reconstrução, mas já se sabe que será maior do que no terremoto seguido de tsunami de 2010. Nele, o saldo foi de mais de 500 mortos e de 30 bilhões de dólares em danos - o equivalente a 18% do PIB daquele ano.