China pede acesso ao Berd com a Rota da Sena no horizonte

O Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (Berd) anunciou nesta segunda-feira ter aceito a solicitação de adesão apresentada pela China

A China pediu nesta quinta-feira para ingressar no Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Berd), que cobre uma área onde se pretende recuperar a antiga Rota da Seda.

Ceras zonas cobertas pelo Berd estão no coração do projeto de "cinturão econômico da Rota da Seda", muito valorizado pela China, que apoiará projetos de transporte, exploração de recursos naturais, desenvolvimento industrial e cooperação financeira ao largo, aproximadamente, da antiga rota comercial.

O nome deste projeto evoca as rotas comerciais que uniam a Ásia oriental à Europa durante a Antiguidade e a Idade Média e, como aquelas, uniria a China ao coração da Europa através de Ásia Central, Irã e Turquia.

"A China apresentou uma ação formal de adesão ao Berd há alguns dias", disse o economista chefe da instituição, Hans Peter Lankes, em coletiva de imprensa.

Criada em 1991 para favorecer a transição para a economia de mercado nos países da Europa do leste e central, o Berd ampliou sua área de operações e já financia projetos de desenvolvimento em 36 países, da Europa central à Ásia central, passando pela costa sul e oriental do Mediterrâneo.

O conselho administrativo do Berd estudará a demanda e a enviará aos seus acionistas - 64 países e duas organizações internacionais. "A decisão sobre a demanda poderia ser tomada em meados de dezembro", disse Lankes.

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