Cidade de SP mantém vacinação de adolescentes sem comorbidades após Ministério da Saúde recuar de orientação

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SÃO PAULO — A Prefeitura de São Paulo manteve a vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos sem comorbidades nesta manhã, mesmo após o Ministério da Saúde ter divulgado uma nota técnica, na noite da quarta-feira, recuando dessa orientação, de acordo com o G1.

A nova diretriz revisa um entendimento anterior da pasta e restringe a imunização a "adolescentes de 12 a 17 anos que apresentem deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade, apesar da autorização pela Anvisa do uso da Vacina Cominarty (Pfizer/Biontech)".

O Ministério da Saúde argumenta, no documento, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda a vacinação de adolescentes com ou sem comorbidades; que a maior parte dos adolescentes sem comorbidades apresenta "evolução benigna" da doença; e a melhora do cenáro epidemiológico com redução de cerca de 60% nos números de casos e óbitos. A pasta destaca que na nota anterior previa que adolescentes sem comorbidades fossem os últimos serem vacinados.

A pasta define ainda a ordem em que deve ser feita a vacinação de adolescentes que têm indicação para vacinação. Iniciando com a população de 12 a 17 anos com deficiências permanentes; depois, pessoas nessas faixa etária com comorbidades; e, por fim, adolescentes privados de liberdade.

Nesta quinta-feira, a cidade de São Paulo vacina adolescentes de 12 a 17 anos, sem necessidade de apresentarem comorbidades, e adultos com mais de 18 anos.Idosos com mais de 85 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal (segunda dose ou dose única) há pelo menos seis meses também estão elegíveis para a dose de reforço.

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