Cidades do ABC paulista se reúnem para discutir regras de flexibilização da quarentena

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Consórcio Intermunicipal Grande ABC, formado pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, do ABC paulista, se reunirá nesta sexta-feira (10), a partir das 8h, para deliberar se as medidas restritivas, que têm validade até o próximo dia 15, vão ser prorrogadas por mais tempo.

O encontro será para avaliar a manutenção das restrições de horários e capacidade de ocupação das atividades de comércio e prestação de serviços na região.

A principal novidade para a assembleia será a presença do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). A capital paulista agora terá uma cadeira no Conselho Consultivo Político Permanente, que cuida da parte de programas, projetos e ações entre os municípios.

Esta entrada da cidade fará com que técnicos da Prefeitura de São Paulo e dos municípios do Grande ABC se reúnam para produzirem medidas em comum acordo.

"A reunião do consórcio é importante porque, além de deliberar sobre as medidas restritivas, teremos a presença do prefeito Ricardo Nunes para que São Paulo, de maneira construtiva, integre o consórcio e participe sempre com informações das tomadas de decisão que nós temos deliberado. É inédito o prefeito da capital estar na reunião e tenho certeza que cada vez mais esse órgão de governança metropolitana regional vem cumprindo seu papel", disse o presidente do consórcio, Paulo Serra (PSDB), prefeito de Santo André.

No encontro anterior, seis de sete cidades da região paulista decidiram manter as restrições de horário e público nos estabelecimentos comerciais até o dia 15 de setembro. Originalmente a medida estava prevista para acabar no dia 31 de agosto. Apenas a cidade de São Caetano, gestão Tite Campanella (Cidadania), não acompanhou o consórcio, já que seguiu o cronograma estadual do Plano SP, que terminou com as restrições no estado no último dia 17.

Na mesma reunião, foi decidido que as cidades do ABC não adotariam o passaporte da vacina, medida feita pela capital paulista e por outras cidades da Grande São Paulo, como Guarulhos.

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