Cintia Dicker fala sobre as dificuldades em namorar celebridade como Pedro Scooby: 'Até me acostumar, aconteciam umas brigas'

Talita Duvanel
Cintia Dicker

Cintia Dicker já estava com as malas prontas para voltar a Nova York no último domingo, depois de quase um mês de férias no Brasil, quando foi forçada a cancelar os planos por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus. “Lá não tem nada funcionando, todos estão dentro de casa mesmo. Meus trabalhos foram cancelados, não fazia sentido voltar”, diz a gaúcha, de 33 anos.

A situação é extrema, mas Cintia sabe lidar com mudanças — de última hora e de longo prazo. Aproveitou alguns dias a mais no Rio para curtir o namorado, o surfista Pedro Scooby. "Ficamos juntos todos esses dias, vendo séries e filmes", disse a modelo, que neste domingo já está longe do amado, em Campo Bom, cidade onde nasceu, a cerca de 55 quilômetros de Porto Alegre.

O carioca “esbarrou” com Cintia há nove anos, quando ela nem fazia ideia de quem ele era. “Estava na Times Square, em Nova York, e vi um outdoor dela do tamanho de um prédio. Tive a mesma sensação de quando a gente vê um filme e acha a atriz linda, aquela coisa platônica, muito distante”, relembra ele, que passou alguns dias da quarentena do coronavírus ao lado da amada, no Rio. “Eu nem sabia que Cintia era brasileira. A Luana (Piovani, ex-mulher de Pedro e mãe de seus três filhos) que me falou que ela era uma das modelos mais bonitas da atualidade”.

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A admiração continuou como via de mão única até sete anos depois, quando os dois finalmente trocaram olhares em Barra Grande, na Bahia. “Ela estava casada na época, eu também. A gente se olhou, mas tínhamos respeito pelos nossos relacionamentos”, conta Pedro, que bateu o primeiro papo com a futura namorada pelo Instagram. Cansado da exposição e do disse-me-disse com suas ex (depois de uma separação midiática de Luana, ele teve um breve relacionamento com Anitta, o que também rendeu manchetes), ele foi passar um tempo em Nova York e tomou coragem de falar com Cintia. Marcaram de ir num festival de música em agosto e pronto: finalmente rolou o primeiro beijo. No mês seguinte, no Rock in Rio, todo mundo viu a relação dos dois começar a ficar séria e engrenar para o namoro — que teve um término rápido de dezembro até o carnaval. “Voltar não estava nos planos, mas, quando a gente se viu, não teve jeito”, diz ela, antes de explicar o porquê do “tempo”. “O problema não era o Pedro, era tudo que o envolve. Antes atrapalhava, porque nunca namorei alguém exposto à mídia. Até me acostumar, aconteciam umas brigas. Não entendia muito no começo, mas agora compreendi.”