Ciro Gomes decide aderir a manifestações de 12 de setembro pelo impeachment de Bolsonaro

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 minuto de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  09-10-2019, 12h00: O ex-ministro Ciro Gomes durante entrevista no estúdio Folha/UOL, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 09-10-2019, 12h00: O ex-ministro Ciro Gomes durante entrevista no estúdio Folha/UOL, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidenciável Ciro Gomes, do PDT, decidiu participar das manifestações pelo impeachment de Jair Bolsonaro marcadas para domingo, 12 de setembro.

Existe na esquerda alguma resistência a aderir aos atos de domingo (12), dado que eles têm sido promovidos pelo MBL (Movimento Brasil Livre) e o VPR (Vem Pra Rua), compostos por políticos da direita não bolsonarista.

No entanto, diversos partidos e movimentos de oposição têm entendido que o movimento é de unir forças contra as ameaças do presidente à democracia.

"Irei à manifestação do dia 12 na Avenida Paulista e sempre tentarei ir a outras manifestações que forem convocadas contra Bolsonaro. Seja qual for o sacrifício e risco que isso represente, há algo maior que tudo: o futuro do Brasil e da nossa democracia", escreveu Ciro nas redes sociais.

"Esta luta não é mais um símbolo ou uma metáfora, mas um embate real em defesa da justiça e da liberdade. Ela está acima de pessoas, de partidos ou posicionamentos ideológicos. Estamos às voltas com duas ameaça mortais: uma é a Covid e outra Bolsonaro", continuou

"Temos que enfrentar as duas, mesmo que, em alguns momentos, as táticas de vencê-las se conflitem. Iremos para as ruas com todas as cautelas sanitárias, mas com todo destemor cívico. Ou seja: com máscara no rosto e coragem no coração", concluiu o pedetista.

Ciro tem um histórico de episódios tensos com o MBL, em cujo caminhão deve subir no domingo (12).

Em abril de 2018, ele empurrou a nuca de Arthur do Val, que à época era youtuber e hoje é deputado estadual pelo Patriota. Do Val filmava uma conversa em que questionava Ciro a respeito de falas polêmicas. Ciro disse à época que não havia batido no membro do MBL, que por sua vez respondeu que havia sido um tapa leve.

Ele também tem há anos uma batalha judicial com o vereador Fernando Holiday (Novo). Ciro processa Holiday, que já saiu do MBL, por tê-lo chamado de "coronelista", sendo que antes disso o vereador acionou a Justiça após ter sido classificado como "capitãozinho do mato" pelo ex-ministro.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos