'Ciro no segundo turno só como mesário', diz Renan Calheiros

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Senador Renan Calheiros criticou candidatura de Ciro Gomes à presidência (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Senador Renan Calheiros criticou candidatura de Ciro Gomes à presidência (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) fez críticas ao presidenciável Ciro Gomes (PDT) e disse que o candidato não tem chances de ir ao segundo turno. Segundo Calheiros, a única forma de Ciro estar na disputa é como mesário.

“Nós precisamos unir os democratas, nós precisamos potencializar a condição de ganhar a eleição no primeiro turno. E isso pode, ou não, ser complicado pela terceira via”, declarou, em entrevista ao portal Uol.

“Falo com relação a Simone Tebet, que é um grande quadro da política nacional e uma grande senadora. Eu não falo nem em relação a esse Ciro Gomes, que é candidato pela quarta vez, que usa o espaço que seria para qualificar o debate em uma eleição presidencial para o xingamento pessoal das pessoas, com uma candidatura inviável sempre, com inveja de todo mundo, falando mal de todo mundo”, afirmou Renan Calheiros.

Para o senador, a candidatura de Ciro Gomes não é “uma via”. “Essa candidatura do Ciro Gomes é uma contramão. A única maneira de ter o Ciro Gomes no segundo turno, ao invés de deixa-lo ir novamente para Paris, é se houver uma designação dele para trabalhar na Justiça Eleitoral, como mesário, presidente, secretário de seção, para ele trabalhar no segundo turno”, criticou.

“Fora isso, ele vai para Paris, ele não tem papel absolutamente a cumprir”, afirmou Calheiros.

Enquanto Renan Calheiros é um entusiasta do apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já no primeiro turno – mesmo com a candidatura de Simone Tebet pelo MDB –, Ciro Gomes rechaçou a ideia de apoiar o petista mesmo em um segundo turno contra Bolsonaro. A declaração do pedetista foi dada em entrevista à GloboNews. Ao mesmo tempo, Ciro declarou que aceitaria o apoio de Lula.

As críticas feitas a Ciro Gomes sobre a viagem a Paris são frequentes, já que, em 2018, após ficar de fora do segundo turno, o candidato viajou para a capital francesa. Ele não apoiou a campanha de Fernando Haddad, mas nega que tenha deixado de votar.

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