Ciro Nogueira aposta em Bolsonaro e Lula no 2º turno e vê terceira via fragmentada

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  • Jair Bolsonaro
    38.º presidente do Brasil
  • Ciro Gomes
    Político, advogado e professor brasileiro
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  11-08-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado dos ministros Ciro Nogueira (FOTO) (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Tereza Cristina (Agricultura) e Flávia Arruda (Secretaria de Governo), durante cerimônia sobre a nova política de combustíveis, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 11-08-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado dos ministros Ciro Nogueira (FOTO) (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Tereza Cristina (Agricultura) e Flávia Arruda (Secretaria de Governo), durante cerimônia sobre a nova política de combustíveis, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, disse nesta terça-feira (11) acreditar que a terceira via nas eleições só seria possível se houvesse união entre candidatos e que o segundo turno da eleição será entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT).

"A terceira via poderia até ter uma viabilidade no nosso país se tivesse uma união", disse o ministro em entrevista à Jovem Pan.

"Mas, com essa fragmentação que acontece hoje, com dois candidatos que tem aí um piso de um terço do eleitorado, não vejo possibilidade nenhuma de não ter Jair Bolsonaro e ex-presidente Lula no segundo turno."

Pesquisa Datafolha divulgada em 16 de dezembro mostra cenário em que o petista tem 48% das intenções de voto contra 22% de Bolsonaro.

Em seguida, aparecem Sergio Moro (Podemos), com 9%, Ciro Gomes (PDT), com 7%, e João Doria (PSDB), com 4%. Estes três últimos são os nomes da chamada terceira via, que tenta romper a polarização entre Bolsonaro e Lula.

Ciro Nogueira já apoiou governos petistas no passado e, no primeiro turno de 2018, esteve no palanque do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

No governo Bolsonaro desde agosto, ele assumiu a pasta com discurso de ser um "amortecedor" do presidente.

Do ponto de vista político e eleitoral, Ciro Nogueira tem atuado como conselheiro. Seu nome chegou a circular para integrar a chapa com Bolsonaro, mas ele disse nesta terça que ficará no governo até o final do mandato.

"Iremos ficar até o final do seu mandato. Defendo que a pessoa que seja escolhida pelo presidente seja uma pessoa e extrema confiança, que dê tranquilidade para o presidente, e não seja uma pessoa que venha trazer insegurança e conflitos num futuro governo", disse.

O entrevistador questionou a respeito de Tereza Cristina (Agricultura) ou Braga Netto (Defesa) como eventuais nomes para o cargo, e o titular da Casa Civil afirmou serem "grandes nomes", mas que isso só será definido mais adiante.

"Até hoje o presidente, em momento nenhum, fez algum convite ou sondagem. Acho que essa escolha iremos fazer lá para o mês de abril", afirmou.

Como o jornal Folha de S.Paulo mostrou, os partidos que compõem a base do presidente esperam acordo para acomodá-los nas chapas.

No caso de Bolsonaro, uma vez que ele decidiu se filiar ao PL, dirigentes do PP esperam que o vice seja da legenda, mesmo que indicado pelo presidente.

Ciro Nogueira disse ainda, nesta terça, que por volta de dez ministros devem deixar seus cargos para disputar eleições neste ano.

O presidente busca blindar três pastas dos avanços do centrão na próxima reforma ministerial: Saúde, Infraestrutura e Desenvolvimento Regional.

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