Ciro Nogueira diz que atirar celular foi mil vezes mais grave que ofensa a jornalista

***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 12.04.2022 - Ministro-chefe da Casa Civil e um dos coordenadores da campanha à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), Ciro Nogueira. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 12.04.2022 - Ministro-chefe da Casa Civil e um dos coordenadores da campanha à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), Ciro Nogueira. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ministro-chefe da Casa Civil e um dos coordenadores da campanha à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), Ciro Nogueira considerou "mil vezes mais grave" o fato de o jornalista Leão Serva ter tomado e atirado o celular do deputado Douglas Garcia (Republicanos) do que a hostilidade do parlamentar contra a jornalista Vera Magalhães.

O episódio ocorreu ao fim do debate entre candidatos ao governo de São Paulo, na noite desta terça-feira (13). Garcia aproximou-se de Vera e começou a agredi-la verbalmente, enquanto filmava a cena com seu telefone. Serva, que havia mediado o evento, tomou o aparelho da mão do parlamentar e o jogou para longe.

"É lamentável um mediador do debate fazer aquilo", disse Nogueira à reportagem. Questionado sobre a atitude de Garcia, ele não quis fazer comentários.

"Vamos focar no que importa. O mais grave foi isso [o ato de Serva]. É mil vezes mais grave", declarou. O ministro afirmou ainda que sua opinião é "unanimidade" na campanha de Bolsonaro.