Cláudio Castro defende operação policial na Maré que deixou cinco mortos no RJ

Cláudio Castro, que tenta reeleição, cumpria agenda nesta segunda-feira (26) em Pavuna (MAURO PIMENTEL/AFP via Getty Images)
Cláudio Castro, que tenta reeleição, cumpria agenda nesta segunda-feira (26) em Pavuna

(MAURO PIMENTEL/AFP via Getty Images)

  • Cláudio Castro defende operação policial no Complexo da Maré;

  • Conflito deixou cinco mortos e outros três feridos;

  • Governador exaltou as prisões e apreensões.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), defendeu a operação da Polícia Militar no Complexo da Maré que deixou cinco mortos e outros três feridos. Candidato à reeleição, ele cumpria agenda nesta segunda-feira (26) em Pavuna, Zona Norte.

“Mais uma vez, a polícia fazendo o trabalho: mais de 1 tonelada de maconha, 50 pés de maconha, 20 pessoas presas, sete fuzis, oito pistolas, e a polícia tirando de circulação essas pessoas e, com certeza, libertando a população”, exaltou.

O conflito chegou à Linha Vermelha, uma das principais vias expressas da cidade. Motoristas se jogaram no chão para se proteger do tiroteio. Escolas e postos de saúde da região interromperam os serviços. Castro negou comemorações aos mortos durante a operação, mas celebrou as prisões efetuadas.

“Hoje, teve grande número de presos, mostrando que a política que a gente está fazendo jamais celebra morte de ninguém, jamais é para matar ninguém. Hoje conseguimos ter um grande número de presos para que a gente possa tirar essas pessoas do convívio da sociedade”, afirmou.

Os principais adversários de Castro nas pesquisas, Marcelo Freixo (PSB) e Rodrigo Neves (PDT), lamentaram o ocorrido, alegando que o “Rio precisa de paz” e classificando o ocorrido como “tragédia”, respectivamente.

Em Pavuna, Castro também prometeu aumentar o foco em segurança pública, levando os programas “Segurança Presente” e “Cidade Integrada" para todo o estado do Rio de Janeiro.

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